<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620</id><updated>2011-11-27T17:32:08.778-08:00</updated><title type='text'>Pesquisando Filosofia</title><subtitle type='html'>*O Ente e a Essência são aquilo que o intelecto concebe em primeiro lugar.
*E foi graças a Kant que se passou a observar que o pensamento não é governado pelo seu objeto, mas o contrário.
Filosofia (φιλοσοφία) é uma palavra que deriva do grego e resulta da união de outras duas palavras: philia (φιλία), que significa amizade,amor e sophia(σοφία), que significa sabedoria,conhecimento.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-6433695492317447763</id><published>2011-07-24T08:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T08:19:18.466-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UFxqmz54YwA/Tiw37FHsmFI/AAAAAAAAAKk/5OZVmrsI18Y/s1600/amo-vasco_bigger.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 89px; height: 73px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-UFxqmz54YwA/Tiw37FHsmFI/AAAAAAAAAKk/5OZVmrsI18Y/s320/amo-vasco_bigger.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632938722059917394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;CARTA SOBRE A FELICIDADE&lt;br /&gt;(Epicuro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou ou que já passou a hora de ser feliz. Desse modo, a filosofia é útil tanto ao jovem quanto ao velho: para quem está envelhecendo sentir-se rejuvenescer através da grata recordação das coisas que já se foram, e para o jovem poder envelhecer sem sentir medo das coisas que estão por vir; é necessário, portanto, cuidar das coisas que trazem a felicidade, já que, estando esta presente, tudo temos, e, sem ela, tudo fazemos para alcançá-la.&lt;br /&gt;    Pratica e cultiva então aqueles ensinamentos que sempre te transmiti, na certeza de que eles constituem os elementos fundamentais para uma vida feliz.&lt;br /&gt;    Em primeiro lugar, considerando a divindade como um ente imortal e bem aventurado, como sugere a percepção comum de divindade, não atribuas a ela nada que seja incompatível com a sua imortalidade, nem inadequado à sua bem-aventurança; pensa a respeito dela tudo que for capaz de conservar-lhe felicidade e imortalidade.&lt;br /&gt;    Os deuses de fato existem e é evidente o conhecimento que temos deles; já a imagem que deles faz a maioria das pessoas, essa não existe: as pessoas não costumam preservar a noção a noção que têm dos deuses. Ímpio não é quem rejeita os deuses em que a maioria crê, mas sim quem atribui aos deuses os falsos juízos dessa maioria. Com efeito, os juízos do povo a respeito dos deuses não se baseiam em noções inatas, mas em opiniões falsas. Daí a crença de que eles causam os maiores malefícios aos maus e os maiores benefícios aos bons. Irmanados pelas suas próprias virtudes, eles só aceitam a convivência com os seus semelhantes e consideram estranho tudo que seja diferente deles.&lt;br /&gt;    Acostuma-se à ideia de que a morte para nós não é nada, visto que todo bem e todo mal residem nas sensações, e a morte é justamente a privação das sensações. A consciência de que a morte não significa nada para nós proporciona a fruição da vida efêmera, sem querer acrescentar-lhe tempo infinito e eliminando o desejo de imortalidade.&lt;br /&gt;    Não existe nada de terrível na vida para quem está perfeitamente convencido de que não há nada de terrível em deixar viver. É tolo portanto quem diz ter medo da morte, não porque a chegada desta lhe trará sofrimento, mas porque o aflige a própria espera: aquilo que não nos perturba quando presente não deveria afligir-nos enquanto está sendo esperado.&lt;br /&gt;    Então, o mais terrível de todos os males, a morte, não significa nada para nós, justamente porque, quando estamos vivos, é a morte que não está presente; ao contrário, quando a morte está presente, nós é que não estamos. A morte, portanto, não é nada, nem para os vivos nem para os mortos, já que para aqueles ela não existe, ao passo que estes não estão mais aqui. E, no momento, a maioria das pessoas a foge da morte como se fosse o maior dos males, ora a deseja como descanso dos males da vida.&lt;br /&gt;    O sábio, porém, nem desdenha viver, nem teme deixar de viver; para ele, viver não é um fardo e não-viver não é um mal.&lt;br /&gt;    Assim, como opta pela comida mais saborosa e não pela mais abundante, do mesmo modo ele colhe os doces frutos de um tempo bem vivido, ainda que breve.&lt;br /&gt;    Quem aconselha o jovem a viver bem e o velho a morrer bem não passa de um tolo, não só pelo que a vida tem de agradável para ambos, mas também porque se deve ter exatamente o mesmo cuidado em honestamente morrer. Mas pior ainda é aquele que diz: bom seria não ter nascido, mas uma vez nascido, transpor o mais depressa possível as portas do Hades.&lt;br /&gt;    Se ele diz isso com plena convicção, por que não se vai desta vida? Pois é livre para fazê-lo, se for esse realmente seu desejo; mas se o disse por brincadeira, foi um frívolo em falar de coisas que brincadeira não admitem.&lt;br /&gt;    Nunca devemos nos esquecer de que o futuro não é nem totalmente nosso, nem totalmente não-nosso, para não sermos obrigados a esperá-lo como se estivesse por vir com toda a certeza, nem nos desesperarmos como se não estivesse por vir jamais.&lt;br /&gt;    Consideremos também que, dentre os desejos, há os que são naturais e os que são inúteis; dentre os naturais, há uns que são necessários e outros, apenas naturais; dentre os necessários, há alguns que são fundamentais para a felicidade, outros, para o bem-estar corporal, outros, ainda, para a própria vida. E o conhecimento seguro dos desejos leva a direcionar toda escolha e toda recusa para a saúde do corpo e para a serenidade do espírito, visto que esta é a finalidade da vida feliz: em razão desse fim praticamos todas as nossas ações, para nos afastarmos da dor e do medo.&lt;br /&gt;    Uma vez que tenhamos atingido esse estado, toda a tempestade da alma se aplaca, e o ser vivo não tendo que ir em busca de algo que lhe falta, nem procurar outra coisa a não ser o bem da alma e do corpo, estará satisfeito. de fato, só sentimos necessidade do prazer quando sofremos pela sua ausência; ao contrário, quando não sofremos, essa necessidade não se faz sentir.&lt;br /&gt;    É por essa razão que afirmamos que o prazer é o início e o fim de uma vida feliz. com efeito, nós o identificamos como o bem primeiro e inerente ao ser humano, em razão dele praticamos toda escolha e toda recusa, e a ele chegamos escolhendo todo bem de acordo com a distinção entre prazer e dor.&lt;br /&gt;    Embora o prazer seja nosso bem primeiro e inato, nem por isso escolhemos qualquer prazer: há ocasiões em que evitamos muitos prazeres, quando deles nos advêm efeitos o mais das vezes desagradáveis; ao passo que consideramos muitos sofrimentos preferíveis aos prazeres, se um prazer maior advier depois de suportarmos essas dores por muito tempo. Portanto, todo prazer constitui um bem por sua própria natureza; não obstante isso, nem todos são escolhidos; do mesmo modo, toda dor é um mal, mas nem todas devem ser sempre evitadas. Convém, portanto, avaliar todos os prazeres e sofrimentos de acordo com o critério dos benefícios e dos danos. Há ocasiões em que utilizamos um bem como se fosse um mal e, ao contrário, um mal como se fosse um bem.&lt;br /&gt;    Consideramos ainda a auto-suficiência um grande bem; não que devamos nos satisfazer com pouco, mas para nos contentarmos esse pouco caso não tenhamos o muito, honestamente convencidos de que desfrutam melhor a abundância os que menos dependem dela; tudo o que é natural é fácil de conseguir; difícil é tudo o que é inútil.&lt;br /&gt;    Os alimentos mais simples proporcionam o mesmo prazer que as iguarias mais requintadas, desde que se remova a dor provocada pela falta: pão e água produzem o prazer mais profundo quando ingeridos por quem deles necessita.&lt;br /&gt;    Habituar-se às coisas simples, a um modo de vida não luxuoso, portanto, não é só conveniente para a saúde, como ainda proporciona ao homem  os meios para enfrentar corajosamente as adversidades da vida: nos períodos em que conseguimos levar uma existência rica, predispõe o nosso ânimo para melhor aproveitá-la, e nos prepara para enfrentar sem temos as vicissitudes da sorte.&lt;br /&gt;    Quando então dizemos que o fim último é o prazer, não nos referimos aos prazeres dos intemperantes ou aos que consistem no gozo dos sentidos, como acreditam as pessoas que ignoram o nosso pensamento, ou não concordam com ele, ou o interpretam erroneamente, mas ao prazer que é a ausência de sofrimentos físicos e de perturbações da alma. Não são, pois, bebidas nem banquetes contínuos, nem a posse de mulheres e rapazes, nem o sabor dos peixes ou das outras iguarias de uma mesa farta que tornam doce uma vida, mas um exame cuidadoso que investigue as causas de toda escolha e de toda rejeição e que remova as opiniões falsas em virtude das quais uma imensa perturbação toma conta dos espíritos. De todas essas coisas, a prudência é o princípio e o supremo bem, razão pela qual ele é mais preciosa do que a própria filosofia; é dela que originaram todas as demais virtudes; é ela que nos ensina que não existe vida feliz sem prudência, beleza e justiça sem felicidade. Porque as virtudes estão intimamente ligadas à felicidade, e a felicidade é inseparável delas.&lt;br /&gt;    Na tua opinião, será que pode existir alguém mais feliz do que o sábio, que tem um juízo reverente acerca dos deuses, que se comporta de modo absolutamente indiferente perante a morte, que bem compreende a finalidade da natureza, que discerne que o bem supremo está nas coisas simples e fáceis de obter, e que o mal supremos ou dura pouco, ou só nos causa sofrimentos leves? Que nega o destino, apresentado por alguns como o senhor de tudo, já que as coisas acontecem ou por necessidade, ou por acaso, ou por vontade nossa; e que a necessidade é incoercível, o acaso instável, enquanto nossa vontade é livre, razão pela qual nos acompanham a censura e o louvor?&lt;br /&gt;    Mais vale aceitar o mito dos deuses, do que ser escravo do destino dos naturalistas; o mito pelo menos nos oferece a esperança do perdão dos deuses através das homenagens que lhes prestamos, ao passo que o destino é uma necessidade inexorável.&lt;br /&gt;  Entendendo que a sorte não é uma divindade, como a maioria das pessoas acredita (pois um deus não faz nada ao acaso), nem algo incerto, o sábio não crê que ela proporcione aos homens nenhum bem ou nenhum mal que sejam fundamentais para uma vida feliz, mas, sim, que dela pode surgir o início de grandes bens e de grandes males. A seu ver, é preferível ser desafortunado e sábio, a ser afortunado e tolo; na prática, é melhor que um bom projeto não chegue a bom termo, do que chegue a ter êxito um projeto mau.&lt;br /&gt;    Medita, pois, todas estas coisas e muitas outras a elas congêneres, dia e noite, contigo mesmo e com teus semelhantes, e nunca mais te sentirás perturbado, quer acordado, quer dormindo, mas viverás como um deus entre os homens. Porque não se assemelha absolutamente a um mortal o homem  que vive entre bens imortais.&lt;br /&gt;Epicuro *&lt;br /&gt;Do livro: “Carta sobre Epicuro”, Editora Unesp, ed. bilíngue, grego/português, tradução de Álvaro Lorencini e Enzo Del Carratore, 1997, SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-6433695492317447763?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/6433695492317447763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=6433695492317447763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/6433695492317447763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/6433695492317447763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/07/carta-sobre-felicidade-epicuro-que.html' title=''/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-UFxqmz54YwA/Tiw37FHsmFI/AAAAAAAAAKk/5OZVmrsI18Y/s72-c/amo-vasco_bigger.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-1422605418852501221</id><published>2011-07-21T22:55:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T22:57:59.466-07:00</updated><title type='text'>Física, Deus e Filosofia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QqJ2DPKEfS4/TikRFkhBkmI/AAAAAAAAAKc/hmKYWKWAmTM/s1600/3Filosofiaclinica.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-QqJ2DPKEfS4/TikRFkhBkmI/AAAAAAAAAKc/hmKYWKWAmTM/s320/3Filosofiaclinica.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632051596402725474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A física é uma área competente e capacitada para a experiência em torno da existência de Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O físico teórico Michio Kaku, considerado um dos cientistas mais importantes da atualidade, diz ter criado uma teoria que pode apontar a existência de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kaku chegou à essa conclusão por meio de um estudo, ele usou um “semi-raio primitivo de táquions” (Táquions são partículas teóricas, capazes de “desgrudar” do Universo a matéria ou vácuo que entrar em contato com ela, assim, deixando qualquer coisa livre das influências do universo à sua volta), tecnologia criada recentemente em 2005.Embora a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions ainda esteja muito longe de ser alcançada, o semi-raio tem algumas poucas propriedades dessas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions, em escala subatômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados dessas experiências fizeram Michio concluir que a existência de “Deus” se deve ao fato de nós vivermos em uma “Matrix”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa,” disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele analisou o comportamento da matéria em escala subatômica e percebeu que a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, estava totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, comentou o cientista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comentário de Kaku criou alvoroço no meio científico, dado a sua importância no meio, em especial pela criação da Teoria das Cordas que o fez ser extremamente respeitado por outros cientistas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-1422605418852501221?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/1422605418852501221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=1422605418852501221' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1422605418852501221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1422605418852501221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/07/fisica-deus-e-filosofia.html' title='Física, Deus e Filosofia'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-QqJ2DPKEfS4/TikRFkhBkmI/AAAAAAAAAKc/hmKYWKWAmTM/s72-c/3Filosofiaclinica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-8647200981822526993</id><published>2011-07-21T22:50:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T22:54:15.435-07:00</updated><title type='text'>A pertinência do Nome</title><content type='html'>(2Filosofia Clínica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QIUOto3gMIE/TikQPsTmuAI/AAAAAAAAAKU/gRbNsZU0iG4/s1600/2filosofiaclinica.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 227px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-QIUOto3gMIE/TikQPsTmuAI/AAAAAAAAAKU/gRbNsZU0iG4/s320/2filosofiaclinica.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632050670780987394" /&gt;&lt;/a&gt; (2Filosofia Clinica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a matéria a seguir com Lúcio Packter, Qual a sua opinião&lt;br /&gt;a respeito? Acha que o título da matéria corresponde ao que &lt;br /&gt;o filósofo disse sobre o assunto?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-8647200981822526993?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/8647200981822526993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=8647200981822526993' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8647200981822526993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8647200981822526993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/07/pertinencia-do-nome.html' title='A pertinência do Nome'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QIUOto3gMIE/TikQPsTmuAI/AAAAAAAAAKU/gRbNsZU0iG4/s72-c/2filosofiaclinica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-4478248431863963444</id><published>2011-07-21T22:42:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T22:47:22.608-07:00</updated><title type='text'>Significados e Equivocidades</title><content type='html'>(1Filosofia Clínica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas trocas de e-mails e mensagens na Internet.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WEgVIeZeRqM/TikOHtA5wgI/AAAAAAAAAKM/wjznsamQwN0/s1600/1Fiosofiaclinica.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 203px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-WEgVIeZeRqM/TikOHtA5wgI/AAAAAAAAAKM/wjznsamQwN0/s320/1Fiosofiaclinica.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632048334508769794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos supor que você é um professor de filosofia clínica, gaúcho e recebe de uma colega, especialista em Filosofia Clínica, um e-mail com o seguinte enunciado: &lt;br /&gt;"Um engenheiro gaúcho teve a feliz ideia de mandar fazer desenhos no muro de uma ponte em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Toda a população, principalmente a masculina, adora a sombra que o muro projeta. Já virou ponto turístico da cidade que os gaúchos vão visitar em romaria. Não se cansam de admirar a obra que vai ser tombada como patrimônio municipal."&lt;br /&gt;Você entenderia isso como brincadeira, piada de gosto duvidoso, equivocidade ou outra coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta - A natureza da interseção entre as pessoas envolvidas deve ser pesquisada, além de outros fatores que podem ser importantes. Estes fatores vão dos dados de semiose ao significado e passam por diversas variáveis. Exemplo: a pessoa que enviou costuma enviar este tipo de e-mail? Pode ter sido um engano? A pessoa pretende lhe passar algum comentário via Vice Conceito? Qual o nível cultural e social desta pessoa? Esta pessoa, por Recíproca de Inversão, conhece o que e de que forma será tal e-mail recebido? Há termos equívocos. Enfim, estamos diante de uma série de elementos que pedem verificação antes de atendermos como entender tal mensagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-4478248431863963444?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/4478248431863963444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=4478248431863963444' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4478248431863963444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4478248431863963444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/07/significados-e-equivocidades.html' title='Significados e Equivocidades'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WEgVIeZeRqM/TikOHtA5wgI/AAAAAAAAAKM/wjznsamQwN0/s72-c/1Fiosofiaclinica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-7164795035121509812</id><published>2011-07-15T07:14:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T07:18:27.896-07:00</updated><title type='text'>O VAZIO DA VIDA ACADÊMICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CSY9nlaqXVI/TiBMA5jyKvI/AAAAAAAAAKE/e8_mpGAzCWo/s1600/vazio_da_Vida_universitaria.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 268px; height: 188px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-CSY9nlaqXVI/TiBMA5jyKvI/AAAAAAAAAKE/e8_mpGAzCWo/s320/vazio_da_Vida_universitaria.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5629583112547740402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;         O VAZIO DA VIDA ACADÊMICA.&lt;br /&gt;             (Ângelo Monteiro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certas posturas e inflexões, certa forma de dizer não dizendo, a constante cautela com qualquer ponto de vista que possa soar polêmico ou politicamente incorreto: tudo isso termina concorrendo para que os nossos mestres se tornem cada vez mais impermeáveis a todo tipo de ação criadora. Se jamais acreditei que a igreja, a Sinagoga e a Mesquita tenham mais do que dar às nossas almas que o próprio Deus, muito menos me julgo obrigado a crer que qualquer instituição universitária, por melhor que seja, venha a conceder mais ao estudioso do que o estudo nas próprias fontes. Por isso não consigo ver a Universidade como um ambiente sagrado – como até alguns jovens de sisuda inteligência o conseguem – em que a voz de como a de um papa ou de um profeta do Velho Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece, na maioria das vezes, é justamente o contrário: como quando eu próprio me vi submetido a um processo de avaliação docente, em que perdi pontos porque entreguei a meus examinadores um livro então publicado em lugar de um suposto material didático, (quando bastava, segundo eles, uma cópia em xerox do original), -como se um livro de Filosofia da arte não fosse um material didático – e porque não tinha participado, nos dois últimos anos, de nenhuma banca  examinadora, como se isso dependesse de mim, e como se o ato de avaliar e ser avaliado fosse superior ao de pensar, ensinar, escrever e publicar livros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí o vazio da chamada vida acadêmica, onde o que menos conta é o conhecimento em si mesmo, e onde o magistério detém menos importância do que a atividade administrativa; e o que mais sobra, além das discussões teóricas sobre gêneros e manifestações periféricas, e das reuniões intermináveis, é a luta por cargos e consultorias. Péssima como esposa ou como amante, protocolar e rígida, a Universidade hoje – sobretudo em termos de ciências humanas, dominadas por critérios unicamente ideológicos – só costuma despertar o entusiasmo de espíritos rotineiros e subalternos, ou de almas temerosas de comprometimento com qualquer coisa mais exigente, sobretudo com as coisas do espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O ambiente universitário, por vezes, um espetáculo não muito sedutor para os inquietos de espírito quando, fechado num círculo de formas protocolares do dizer e do fazer de uma casta à parte, vê o mundo apenas através do disfarce das lunetas acadêmicas, concebendo o conhecimento mais como um meio de obter status que de alcançar o difícil troféu da sabedoria.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta só me resta hoje, além da ligação pessoal com algumas figuras independentes, a afável lembrança dos alunos que ainda me convidam, como recentemente, para paraninfo de suas turmas. Um sinal de que também, não foi má a lembrança que lhes deixei...&lt;br /&gt;Fonte: Jornal Contraponto, 342-.&lt;br /&gt;15 a 21 de julho de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-7164795035121509812?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/7164795035121509812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=7164795035121509812' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7164795035121509812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7164795035121509812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/07/o-vazio-da-vida-academica.html' title='O VAZIO DA VIDA ACADÊMICA'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-CSY9nlaqXVI/TiBMA5jyKvI/AAAAAAAAAKE/e8_mpGAzCWo/s72-c/vazio_da_Vida_universitaria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-666556156605372520</id><published>2011-05-08T05:36:00.000-07:00</published><updated>2011-05-08T05:53:24.093-07:00</updated><title type='text'>AS  MÃES-NOSSAS-DE-TODO-BRASIL</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dGoipqYasUY/TcaSNSethZI/AAAAAAAAAJ4/R3IByFdy4nM/s1600/2INDIA-MAE.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 308px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-dGoipqYasUY/TcaSNSethZI/AAAAAAAAAJ4/R3IByFdy4nM/s320/2INDIA-MAE.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5604327543305766290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UAezYNT0wy0/TcaO7ox71wI/AAAAAAAAAJw/YDq8IAqCUvI/s1600/Amaeafro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 305px; height: 202px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-UAezYNT0wy0/TcaO7ox71wI/AAAAAAAAAJw/YDq8IAqCUvI/s320/Amaeafro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5604323941519447810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;strong&gt;Queremos continuar crescendo nosso espaço político na aldeia e fora dela, pois somos capazes e isso é importante para acabar com o preconceito de que mulher indígena só serve pra cuidar dos filhos e da casa. Todo dia é dia da mulher indígena, pois trabalhamos muito duro pelo nosso povo, porém é importante termos uma data para comemorar nosso dia e é por isso que temos o dia 30 de outubro como o nosso dia." &lt;/strong&gt;(Olinda Muniz Pataxó Hã-hã-hãe)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia moderna de ‘Raça’- termo absoleto substituído por Etnia, se baseia na ancestralidade do final do século XVIII,ao multiculturalismo nos últimos 30 anos. Nesse período começa a se formar correntes, que fazem dos interesses raciais, a plataforma política.&lt;br /&gt;Temos como exemplo na India que casta é considerada sinônimo de raça. Na Malásia,há a tônica da supremacia racial dos malaios sobre os chineses &lt;br /&gt;étnicos.Segundo o sociólogo Demétrio Magnoli, doutor em Geografia humana&lt;br /&gt;pela Universidade de São Paulo(USP),no processo histórico,é interessante&lt;br /&gt;mencionar alguns expoentes, como Carolus Linaeus (1707-1778), o inventor da taxinomia biológica, que no século XVIII definia que havia raças africana,&lt;br /&gt;asiática, européia e americana. Jà Arthur de Gabineau (1816-1882),no século &lt;br /&gt;seguinte, foi o primeiro a relacionar a raça humana à história. Ele teve uma&lt;br /&gt;passagem importante no Brasil, ao se aproximar de D.Pedro II. Exerceu certa influência para que houvesse a migração de europeus ao país. Por volta de &lt;br /&gt;850, havia a mentalidade de que a raça branca era superior.&lt;br /&gt;o MITO da raça se consolida, como conhecemos hoje, com o Darwinismo, de acordo com Magnoli, se tornando istrumento de política, e qe também á está provado que as Ciências Naturais estavam erradas.A escravidão moderna do século XVI ao século XIX, não precisava de justificativa ou moral. Era estabelecida pelas guerras e por dívidas. ninguém achava que os seres humanos eram iguais por natureza, até o século XVIII, com o Iluminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A época do Imperialismo, na busca de colonização da África da Ásia, começa o fomento ao mito da raça,com o argumento de que deveriam ser civilizados. Enquanto os africanos se organizavam em clãs, os europeus os classificavam em tribos, e os estabeleciam como etnias."Quando quem nomeia é o Estado, é um ato de poder e isso tem significados políticos",diz Magnoli.Asim começam as políticas étnicas na África, inroduzidas principalmente por ingleses e belgas.&lt;br /&gt;O mito da raça serviu também para a consolidação de nacionalismo racial, na Alemanha Nazista em Ruanda e nos EUA."Hoje se vive outra etapa retrógrada, que virou a ideologia dos ditadores africanos, que não querem na verdade acabar co as fronteiras da Àfrica. Como se tudo de ruim só fosse oriundo do passado colonial e não do govrno atual", analisa o sociólogo. E nos últimos 30 anos, segundo ele, houve a reinvenção desse mito, com a linguagem do multiculturalismo.&lt;br /&gt;FONTES:1)Café Filosófico -USP (25.11.2009)-2)Revista Ciências e Vida-FILOSOFIA-nº42 - 3) Demétrio Magnoli.&lt;br /&gt;IMAGEM RETIRADA DE: www.overmundo.com.br/banco/o-mito-da-raca&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-666556156605372520?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/666556156605372520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=666556156605372520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/666556156605372520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/666556156605372520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/05/as-maes-nossas-de-todo-brasil.html' title='AS  MÃES-NOSSAS-DE-TODO-BRASIL'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-dGoipqYasUY/TcaSNSethZI/AAAAAAAAAJ4/R3IByFdy4nM/s72-c/2INDIA-MAE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-2833601182765493772</id><published>2011-03-27T14:55:00.000-07:00</published><updated>2011-03-27T15:58:27.168-07:00</updated><title type='text'>CEM ANOS  E AS 20 FOTOGRAFIAS QUE MARCARAM ESSE PERÍODO</title><content type='html'>Cem anos que parecem ter sido mil, o Século XX foi sem dúvida o da velocidade histórica. Nessas dez décadas o homem foi capaz de registrar sua história como nunca antes e desenvolveu sozinho mais tecnologia do que nos primeiros 18 séculos da era cristã. Com isso, muitas fotos tiradas nesse tempo foram vistas ao redor do globo e entraram para o inconciente coletivo como retratos de um período histórico repleto de revoluções sociais, sexuais, políticas, econômicas, científicas e industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-InQP64NMvCA/TY-7aliPByI/AAAAAAAAAJo/3YVwYcggY-w/s1600/bliss-1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 218px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-InQP64NMvCA/TY-7aliPByI/AAAAAAAAAJo/3YVwYcggY-w/s320/bliss-1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588891728016770850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1-Essas imagens são, para muitos, referências únicas de acontecimentos históricos cruciais do século XX. São fotos ganhadoras de prêmios Pullitzer, fotos que estamparam as capas das revistas mais importantes do mundo ocidental, que viraram símbolos de luta e que foram incorporadas pela cultura pop em capas de livros, paródias, souvenirs e em milhares de diferentes produtos comerciáveis.Alguns desses cliques foram considerados extremamente controversos quando publicados. Hoje pintam um panorama geral desse século de conflitos em escala global, incontáveis genocídios, e que marcou a história da humanidade tão profundamente que sua repercussão pode alterar ainda hoje o rumo da vida na Terra como a conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-H4QT4Uu9_WE/TY-7JjZyHDI/AAAAAAAAAJg/K2TKepoNODo/s1600/bliss-2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 231px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-H4QT4Uu9_WE/TY-7JjZyHDI/AAAAAAAAAJg/K2TKepoNODo/s320/bliss-2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588891435386674226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-First Flight [1903] - O vôo de doze segundos dos irmãos Orville e Wilbur Wright foi registrado para a posteridade em dezembro de 1903 pelo fotógrafo John T. Daniels. Famoso por ser o primeiro vôo em território americano, o dia marcou a entrada desses dois mecânicos de bicicletas para a história mundial e terminou com os irmãos Wright conseguindo fazer seu projeto 1902 Glider planar por mais de um &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Ai2gkfE3MuY/TY-602_6E7I/AAAAAAAAAJY/uMJvaCswneY/s1600/bliss-3.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 207px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ai2gkfE3MuY/TY-602_6E7I/AAAAAAAAAJY/uMJvaCswneY/s320/bliss-3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588891079869600690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-Triangle Shirtwaist Company Fire [1911] - O incêndio que aconteceu na tecelagem Triangle matou 146 mulheres que trabalhavam na fábrica no dia 25 de março de 1911. -A tragédia só matou tanta gente por que as portas do galpão ficavam trancadas por fora, para impedir que as trabalhadores deixasses seus postos ou roubassem a mercadoria. O incêndio e sua cobertura na imprensa deram uma grande força ao movimento dos direitos trabalhistas nos EUA no início do século,.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GhgrTWUFNbs/TY-6n9yRuKI/AAAAAAAAAJQ/TbuvvGjoWQU/s1600/bliss-4.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 249px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-GhgrTWUFNbs/TY-6n9yRuKI/AAAAAAAAAJQ/TbuvvGjoWQU/s320/bliss-4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588890858353178786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-Lunch atop a Skyscraper [1932] - A foto clássica tirada por Charles C. Ebbets, especialista em fotos de operários da década de 30, e é uma dessas imagens que foram apropriadas pela indústria cultural depois dos anos 60. Com certeza você já viu milhões de paródias dessa imagem, seja com o elenco da série Friends ou com personagens de desenhos, quadrinhos e games. A foto original traz onze operários almoçando em uma viga no 69º andar do GE Building, enquanto este estava sendo construído em Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3alswSXOjCM/TY-6YpoBMtI/AAAAAAAAAJI/WjjEYzGlZ-4/s1600/bliss-5.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-3alswSXOjCM/TY-6YpoBMtI/AAAAAAAAAJI/WjjEYzGlZ-4/s320/bliss-5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588890595243406034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-Retrato de Winston Churchill [1941] - Amplamente considerado o retrato fotográfico mais reproduzido da história, apesar de esse ser um dado muito complicado de apurar. A foto foi tirada por Yosouf Karsh durante uma visita do estadista inglês ao Canadá e estampou a capa da revista Time na edição do dia 21 de maio de 1945&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-X_wY4SVUaek/TY-6MXV2L_I/AAAAAAAAAJA/Ael82tJgnOg/s1600/bliss-6.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 249px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-X_wY4SVUaek/TY-6MXV2L_I/AAAAAAAAAJA/Ael82tJgnOg/s320/bliss-6.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588890384176918514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6-Raising the flag on Iwo Jima [1945] - Clicada por Joe Rosenthal a imagem marcou a vitória americana sobre as tropas japonesas no pacífico no último ano da segunda guerra. A foto tornou-se rapidamente um símbolo do orgulho americano na guerra virando selo, centenas de posters e sendo abraçada rapidamente pela cultura popular. Essa foi a primeira foto a ganhar um prêmio Pulitzer no mesmo ano de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V1ZX97v9L0Q/TY-6BnBN_9I/AAAAAAAAAI4/EldbR1ZQ3G8/s1600/bliss-7.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-V1ZX97v9L0Q/TY-6BnBN_9I/AAAAAAAAAI4/EldbR1ZQ3G8/s320/bliss-7.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588890199406804946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;7-V-J Day, Times Square, [1945] - Mais um clássico da Segunda Guerra, a foto do marinheiro beijando uma moça em celebração nas ruas de Nova York também ganhou rapidamente o inconsciente coletivo americano. O beijo marca o dia da rendição oficial japonesa e, reza a lenda, rendeu ao marinheiro um belo bofetão no rosto. Aposto que ele ainda acha que valeu a pena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-T075irZ09Zo/TY-5zxAVt8I/AAAAAAAAAIw/L2rM8oBF3SA/s1600/bliss-8.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 196px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-T075irZ09Zo/TY-5zxAVt8I/AAAAAAAAAIw/L2rM8oBF3SA/s320/bliss-8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588889961569302466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8-Segregated Water Fountains [1950] - Essa foto foi tirada por Eliott Erwin na Carolina do Norte em 1950 e marca um período político dos EUA batizado de Separado porém Igual, uma doutrina política que instalou a separação total de brancos e negros nos estados do Sul à partir de 1890. A foto mostra bem que a segregação não tinha nada de igualitária, principal fator usado pelo movimento de direitos civis para revogar as leis de segregação, que só caíram em âmbito federal nos EUA em 1964.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8TMe6J6T8tI/TY-5o1vfxpI/AAAAAAAAAIo/jSH5OeL-2cY/s1600/bliss-9.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 232px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-8TMe6J6T8tI/TY-5o1vfxpI/AAAAAAAAAIo/jSH5OeL-2cY/s320/bliss-9.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588889773862274706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9-Albert Einstein [1951] - O retrato do gênio da física mostrando a língua foi tirado por Arthur Sasse, um desconhecido fotógrafo que fez fama internacional graças ao clique perfeito. Einstein gostou tanto da foto que no mesmo ano enviou o retrato para vários amigos como uma espécie de cartão. No fim dos anos 90, o original da imagem foi leiloado por mais de US$ 72 mil,  tornando-se o mais caro retrato de Einsten já vendido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jlH3tnqRwQQ/TY-5deYhEZI/AAAAAAAAAIg/ROZbT4VD0bo/s1600/bliss-10.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 237px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-jlH3tnqRwQQ/TY-5deYhEZI/AAAAAAAAAIg/ROZbT4VD0bo/s320/bliss-10.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588889578613313938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 -Guerrillero Heroico [1960] - Quantas milhões de camisetas com essa foto foram produzidas nós não sabemos. O clique do fotógrafo cubano e membro ativo da revolução socialista na ilha, Alberto Korda, que mostra Che Guevara usando uma boina preta, virou símbolo da luta de classes na América Latina nos anos 60 e 70. Tanto é que foi desse retrato que saiu o molde para a estampa de Che Guevara na nota de três Pesos Cubanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HNOIGMDbxGo/TY-5SP57hlI/AAAAAAAAAIY/lh_0xskYyGI/s1600/bliss-11.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 207px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-HNOIGMDbxGo/TY-5SP57hlI/AAAAAAAAAIY/lh_0xskYyGI/s320/bliss-11.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588889385748366930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11-Self-Immolation [1963] - Tirada em um 11 de junho por Malcolm Browne, a foto mostra o ato de protesto do monge budista vietnamita Thich Quang Duc, que ateou fogo a si mesmo em protesto à perseguição religiosa que seu grupo sofria no país e ao crescimento desenfreado dos conflitos que viriam a culminar na entrada dos EUA efetivamente na Guerra do Vietnã. A imagem depois tornou-se símbolo da resistência à guerra na Ásia e acabou até estampando a capa do disco de estreia do Rage Against The Machine&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OVsuwLF58JQ/TY-5D4pH4cI/AAAAAAAAAIQ/NNYgAtqit5c/s1600/bliss-12.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 294px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-OVsuwLF58JQ/TY-5D4pH4cI/AAAAAAAAAIQ/NNYgAtqit5c/s320/bliss-12.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588889138985689538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12-How Life Begins [1965] - Publicada pela revista Life em 65, a série de fotos de Lennart Nilsson tiradas com um endoscópio revelaram pela primeira vez com clareza o desenvolvimento de um feto no interior da barriga da mãe. As imagens ganhatam uma série de 18 páginas na revista que, até então, era a mais lida dos Estados Unidos. Na mesma época, movimentos contra o aborto e pró-vida em geral usaram as fotos como bandeira de sua luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-N7XdlWQCX3I/TY-40CgJQjI/AAAAAAAAAII/L0MlITolEk4/s1600/bliss-13.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 202px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-N7XdlWQCX3I/TY-40CgJQjI/AAAAAAAAAII/L0MlITolEk4/s320/bliss-13.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588888866754478642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13-Execution of a Viet Cong Guerrilla [1968] - Cinco anos depois da entrada real dos Estados Unidos na guerra, o Vietnã já era uma batalha que a América não podia ganhar. A foto de Eddie Adams mostra o delegado de polícia do Vitenã do sul, Nguyen Ngoc Loan, executando um homem que os aliados dos americanos julgaram ser um líder vietcong. Publicada no mesmo ano nos EUA, a foto ganhou um prêmio Pullitzer e também virou bandeira dos movimentos sociais contra a guerra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tUZ1ABMpRKw/TY-2oPRELmI/AAAAAAAAAIA/hKswFyxWq90/s1600/bliss-14.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-tUZ1ABMpRKw/TY-2oPRELmI/AAAAAAAAAIA/hKswFyxWq90/s320/bliss-14.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588886464999206498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14-Phan Thi Kim Phúc [1972] - Nos últimos anos da Guerra do Vietnã, o horror era representado pela chocante imagem da jovem Phan Thi Kim Phúc, uma criança vietnamita de 9 anos, correndo nua e com os membros queimados pelo Napalm usado pelas tropas aliadas dos Estados Unidos para queimar a folhagem densa das selvas. Mais uma das imagens que marcaram o horror da guerra no sudeste asiático.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zAMr0bHu118/TY-2ESZcKKI/AAAAAAAAAH4/MGduCJvDys8/s1600/bliss-15.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zAMr0bHu118/TY-2ESZcKKI/AAAAAAAAAH4/MGduCJvDys8/s320/bliss-15.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588885847364348066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15-Afghan Girl [1984] - Na mais famosa capa da National Geographic de todos os tempos está retratada Sharbat Gula, na época com 12 anos, clicada por Steve McCurry em uma reportagem da revista que registrava a ocupação soviética no Afeganistão. A identidade da menina, entretanto, só foi revelada em 2002, quando uma equipe do National Geographic voltou ao Afeganistão e conseguiu localizar  Gula para mais uma matéria de capa da revista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VXO5BojeLPM/TY-1tsaD9oI/AAAAAAAAAHw/b38eVeMbzbQ/s1600/bliss-16.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-VXO5BojeLPM/TY-1tsaD9oI/AAAAAAAAAHw/b38eVeMbzbQ/s320/bliss-16.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588885459209287298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16-Omayra Sánchez [1985] - Uma das 25 mil vítimas da erupção do vulcão Nevado del Ruiz, na Colômbia, a garota ficou conhecida mundialmente por ter ficado presa em um enorme tanque cheio de água e concreto, onde acabou imóvel por três dias antes de morrer. A foto foi reproduzida em revistas ao redor do mundo e colocou o fotógrafo Frank Fournier no mapa. Muito criticada por ser uma imagem muito forte, a foto serviu para chamar aatenção internacional para o descaso com que as comunidades latinas pobres eram (e ainda são) tratadas por seus governantes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LnrEXmB1OQ8/TY-1XemblPI/AAAAAAAAAHo/hUnJVCT3XUM/s1600/bliss-17.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 204px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-LnrEXmB1OQ8/TY-1XemblPI/AAAAAAAAAHo/hUnJVCT3XUM/s320/bliss-17.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588885077545948402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17-Tiananmen Square [1989] - Até hoje, não se conhece a identidade do herói da mais emblemática foto dos protestos chineses de 1989 que chegou a ser publicada. O jovem parou por alguns minutos diante de uma fila de tanques que combatiam os manifestantes no local e, até hoje ninguém sabe direito porquê, não foi simplesmente atropelado pelo motorista do veículo. Tudo aconteceu muito rápido, mas o clique eternizou o momento e tornou esse ilustre desconhecido um símbolo da resistância aos regimes ditatoriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LzHMm-U0WDA/TY-1AtY_bRI/AAAAAAAAAHg/ApRtxpQ4m5Q/s1600/bliss-18.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-LzHMm-U0WDA/TY-1AtY_bRI/AAAAAAAAAHg/ApRtxpQ4m5Q/s320/bliss-18.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588884686379117842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;18-Stricken child crawling towards a food camp [1994] - Também conhecida como "A vulture watches a starving child", esta é mais uma foto da nossa lista que levou um prêmio Pullitzer. Depois de viajar por todo o sul da África fotografando a pobreza das populações locais, Kevin Carter sentia-se assombrado pelas imagens que registrou e acabou se suicidando logo depois de receber o prêmio por essa foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hMG7KpA8PwI/TY-038hu63I/AAAAAAAAAHY/craIL6lsgdk/s1600/bliss-19.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-hMG7KpA8PwI/TY-038hu63I/AAAAAAAAAHY/craIL6lsgdk/s320/bliss-19.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588884535823494002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19-The plight of Kosovo refugees [1999] - Durante os conflitos entre sérvios, albaneses e kosovares na antiga Iugoslávia em 1999, muitas famílias (especialmente as inter-étnicas) acabaram separadas pela guerra e presas em campos de prisioneiros. Essa foto de 99 clicada pela fotógrafa do Washington Post, Carol Guzy (única mulher da nossa lista) e também ganhou um prêmio Pullitzer. A imagem mostra o reencontro do jovem refugiado muçulmano Agim Shala, de apenas 2 anos, com seus avós presos em um campo albanês na cidade de Kukes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rl4vZorNpkY/TY-0maFEuoI/AAAAAAAAAHQ/w2NIPxCrfTk/s1600/bliss-20.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-rl4vZorNpkY/TY-0maFEuoI/AAAAAAAAAHQ/w2NIPxCrfTk/s320/bliss-20.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588884234518706818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20-Bliss [2000] - A foto mostra uma colina com um belo céu azul e foi tirada ainda nos anos 90 pelo fotógrafo Charles O’Rear em Napa County, na Califórnia. A foto foi comprada pela Microsoft através da empresa HighTurn e transformou-se no tema padrão do sistema operacional Windows XP no último ano do século. O trabalho de O'Rear chegou a ser publicado em uma grande revista, a National Geographic, no ano de 1979, quando ilustrou com suas fotos o artigo Napa, Valley of the Vine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: REVISTA T R I P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-2833601182765493772?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/2833601182765493772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=2833601182765493772' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/2833601182765493772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/2833601182765493772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/03/cem-anos-e-as-20-fotografias-que.html' title='CEM ANOS  E AS 20 FOTOGRAFIAS QUE MARCARAM ESSE PERÍODO'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-InQP64NMvCA/TY-7aliPByI/AAAAAAAAAJo/3YVwYcggY-w/s72-c/bliss-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-2715196626484996704</id><published>2011-03-16T10:57:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T10:58:06.996-07:00</updated><title type='text'>Criação do Mundo</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/PN7AfFPnm_w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-2715196626484996704?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/2715196626484996704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=2715196626484996704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/2715196626484996704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/2715196626484996704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/03/criacao-do-mundo.html' title='Criação do Mundo'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/PN7AfFPnm_w/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-7871793342861257439</id><published>2011-03-16T07:43:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T07:53:12.465-07:00</updated><title type='text'>Macetes para memorizar fórmulas</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-O3trFcT6hMc/TYDOyJPPawI/AAAAAAAAAGM/pKrNZNeHVVU/s1600/memorizar.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 215px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-O3trFcT6hMc/TYDOyJPPawI/AAAAAAAAAGM/pKrNZNeHVVU/s320/memorizar.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584690898808040194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Macetes para memorizar fórmulas&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Física&lt;br /&gt;Calorimetria&lt;br /&gt;Fórmula: Q = M.C.T&lt;br /&gt;Uso: Fórmula para medir variação de calor de um corpo.&lt;br /&gt;Macete: Qui Ma Ce Te&lt;br /&gt;Calorimetria&lt;br /&gt;Fórmula: Q = M.L&lt;br /&gt;Uso: Fórmula para medir variação de calor de um corpo.&lt;br /&gt;Macete: Qui MoLeza&lt;br /&gt;Pressão&lt;br /&gt;Fórmula: P.v = n.R.t&lt;br /&gt;Uso: Fórmula para medir a pressão de gases e liquidos&lt;br /&gt;Macete: Por Voce = nunca Rezei tanto&lt;br /&gt;Espaço no M.R.U.&lt;br /&gt;Fórmula: S= So + V.t&lt;br /&gt;Uso: Fórmula para medir o tempo, espaço e velocidade no M.R.U.&lt;br /&gt;Macete: Sorvete&lt;br /&gt;Velocidade&lt;br /&gt;Fórmula: V = Vo + A.T&lt;br /&gt;Uso: Fórmula para medir a velocidade final, inicial, tempo de deslocamento ou atrito de um corpo.&lt;br /&gt;Macete: Vi Você a Toa&lt;br /&gt;Português&lt;br /&gt;Conjunções e Locuções Conjuntivas Subordinativas&lt;br /&gt;São elas: Concessivas, Condicionais, Comparativas, Causais, Conformativas, Consecutivas, Temporais, Proporcionais, Finais e Integrantes.&lt;br /&gt;Macete: CoCoCom CaCoCo TemProFinIn&lt;br /&gt;Matemática&lt;br /&gt;Adição de Arcos&lt;br /&gt;Uso: Fórmula de adição de arcos&lt;br /&gt;Macete: Usar os macetes que estão em frente às fórmulas e prestar muita atenção nos sinais&lt;br /&gt;Fórmulas:&lt;br /&gt;- cos(A-B) = cosA.cosB + senA.senB&lt;br /&gt;(coça A, coça B + senta A, senta B)&lt;br /&gt;- cos(A+B) = cosA.cosB - senA.senB&lt;br /&gt;(coça A, coça B - senta A, sentaB)&lt;br /&gt;- sen(A-B) = senA.cosB - senB.cosA&lt;br /&gt;(senta A, coça B - senta B, coça A)&lt;br /&gt;- sen(A+B) = senA.cosB + senB.cosA&lt;br /&gt;(senta A, coça B + senta B, coça A)&lt;br /&gt;Raízes de Eq. de 2o. Grau&lt;br /&gt;Ex: ax²+bx+c=0&lt;br /&gt;Fórmula: soma das raízes = -b/a , e produto das raízes = c/ a&lt;br /&gt;Uso: em equações de 2° grau, para achar as raízes rapidamente&lt;br /&gt;Posição do seno e cosseno&lt;br /&gt;Macete: quem tá de pé tá sem sono, quem tá deitado tá com sono.&lt;br /&gt;Química&lt;br /&gt;Tabela de Linus Pauling&lt;br /&gt;Uso: Para gravar a ordem da tabela de Linus Pauling: S, P, D, F:&lt;br /&gt;Macete: Sepultura Para Defunto Fresco&lt;br /&gt;Nomenclatura de Acidos&lt;br /&gt;Uso: Nomenclatura de acidos, troca-se ISO por OSO, ATO por ICO e ETO por IDRICO.&lt;br /&gt;Macete: mosquITO teimOSO, te mATO te pICO, te mETO no vIDRICO&lt;br /&gt;Isóbaros, Isótanos e Isotopos&lt;br /&gt;- Isóbaros tem o mesmo numero de massa (A)&lt;br /&gt;isob A ros&lt;br /&gt;- Isotonos tem o mesmo numero de neutrons (N)&lt;br /&gt;isoto N os&lt;br /&gt;- Isotopos tem o mesmo numero de protons (P)&lt;br /&gt;isoto P os&lt;br /&gt;Geografia&lt;br /&gt;Era Paleozóica&lt;br /&gt;Períodos: Permeano, Carbonífero, Devoniano, Siluriano, Ordoviciano, Cambriano&lt;br /&gt;Macete: Paulo Comeu Doce Sobre O Colchão&lt;br /&gt;Era Mesozóica&lt;br /&gt;Perídos: Cretáceo, Jurássico, Triássico&lt;br /&gt;Macete: Centro Japones de Tradição&lt;br /&gt;Planetas do Sistema Solar&lt;br /&gt;Uso: Para decorar o nome dos planetas do sistema solar, na ordem a partir do Sol&lt;br /&gt;Planetas: Mercúrio, Venus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão&lt;br /&gt;Macete: Minha Velha Traga Meu Jantar, Sopa, Uva, Nozes, Pão&lt;br /&gt;História&lt;br /&gt;Governadores Gerais, Brasil Colônia&lt;br /&gt;O Brasil-colônia teve três Governadores Gerais, a saber: Tomé de Souza, Duarte da Costa, Mem de Sá&lt;br /&gt;Macete: basta lembrar que: "Todo Doidinho Morde", ou que "Tesão Demais Mata".&lt;br /&gt;Presidentes do Brasil República&lt;br /&gt;Presidentes: dutra, vargas, juscelino, janio , joao goulart&lt;br /&gt;Macete: duvajujanjo&lt;br /&gt;Presidentes Militares&lt;br /&gt;Presidentes: castelo branco, costa e silva, medici, geisel, figueiredo&lt;br /&gt;Macete: cacomegefi&lt;br /&gt;Sistema de Plantation&lt;br /&gt;O sistema de plantation, utilizado na produção açucareira colonial, é caracterizado pelo tripé: Monocultura, Escravismo e Latifúndio&lt;br /&gt;Macete: MEL&lt;br /&gt;Biologia&lt;br /&gt;Níveis Taxonômicos&lt;br /&gt;Para decorar a sequência: Reino, Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie, memorize essa frase: O rei ficou claramente orgulhoso da família do gênro escolhido&lt;br /&gt;Bases Nitrogenadas&lt;br /&gt;Nomes das Bases Nitrogenadas: A - T, G - C&lt;br /&gt;No DNA: Adenina,Timina,Guanina,Citosina&lt;br /&gt;No RNA: Substitui Timina por Uracila&lt;br /&gt;Macete: Agnaldo Timoteo e Gal Costa&lt;br /&gt;Zoologia&lt;br /&gt;Para decorar as classes: poríferos, cnidários, platelmintes, asquelmintes, anelídios, moluscos, artrópodes, equinodermos, chordados&lt;br /&gt;memorize essa frase: POR Certos PLAnos ASQUErosos ANa MOLestou-se ARrependeu-se EQUIs CHORar&lt;br /&gt;Fases da Meiose/Mitose&lt;br /&gt;Para decorar as fases: Prófase, Metáfase, Anáfase, Telófase&lt;br /&gt;memorize essa frase: Prometo a Ana Telefonar&lt;br /&gt;Fases da Prófase I&lt;br /&gt;Novo macete para decorar as fases: Leptóteno, Zigóteno, Paquíteno, Diplóteno, Diacinese&lt;br /&gt;memorize essa frase: Linda Zebra PAstando Durante o DIA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-7871793342861257439?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/7871793342861257439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=7871793342861257439' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7871793342861257439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7871793342861257439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/03/macetes-para-memorizar-formulas.html' title='Macetes para memorizar fórmulas'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-O3trFcT6hMc/TYDOyJPPawI/AAAAAAAAAGM/pKrNZNeHVVU/s72-c/memorizar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-3638829113153041695</id><published>2011-03-16T03:02:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T03:05:18.914-07:00</updated><title type='text'>HISTÓRIA DA HUMANIDADE</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Vt9MdBE2h-s" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-3638829113153041695?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/3638829113153041695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=3638829113153041695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/3638829113153041695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/3638829113153041695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/03/historia-da-humanidade.html' title='HISTÓRIA DA HUMANIDADE'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Vt9MdBE2h-s/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-8535961019687742745</id><published>2011-03-15T10:10:00.001-07:00</published><updated>2011-03-15T10:12:33.680-07:00</updated><title type='text'>O DESENHO ANIMADO PATO DONALD / TIO PATINHAS</title><content type='html'>O DESENHO ANIMADO PATO DONALD / TIO PATINHAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NOgKzNVqfPY/TX-drLGNRKI/AAAAAAAAAGE/dDKqclxCptQ/s1600/para_ler_pato_donald.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-NOgKzNVqfPY/TX-drLGNRKI/AAAAAAAAAGE/dDKqclxCptQ/s320/para_ler_pato_donald.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584355428001465506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro pequeno e divertido “PARA LER O PATO DONALD”, publicado no Chile, início da década de 1970, provocou barulho no mundo fantástico dos quadrinhos. Os autores Ariel Dorfman e Armand Mattelart escrevem esse livro, de inspiração marxista, num período em que o governo de Salvador Alende tentava sobreviver às pressões do imperialismo americano.&lt;br /&gt;A intenção, há quem diga, dos autores era de denunciar  a ideologia imperialista que dominava as ‘aparentes e inocentes’ histórias infantis da Disney.&lt;br /&gt;Dorfman e Mattelart pareciam acreditar  que as histórias em quadrinhos de Tio Patinhas e companhia  (Pato Donald, Margarida, sobrinhos Huguinho, Luizinho e Zezinho ) preparavam ou incutiam valores  na criançada do Terceiro Mundo para serem subservientes aos países de Primeiro Mundo, e é óbvio, em especial aos EUA.&lt;br /&gt;Pontos da ideologia nas historinhas  de Tio Patinhas /Pato Donald:&lt;br /&gt;1- Com relação à vida familiar:&lt;br /&gt;-Nas histórias de Pato Donald e companhia, não há nenhum vínculo familiar direto nas histórias de Pato Donald e seus amigos - todos são tios ou sobrinhos de alguém.&lt;br /&gt;-Estratégia de Disney para mortalizar os personagens transformando-os em símbolos numa sociedade que refletia a dominação capitalista.&lt;br /&gt;-O perfil de ser humano bem sucedido e, por conseguinte feliz seria, o rico, ou aquele que possuía riquezas.&lt;br /&gt;     2- Os personagens são movidos apenas pela ambição ao dinheiro.&lt;br /&gt;     3-Não há relações  de amizade desinteressada apenas  relações comerciais:&lt;br /&gt;             - Ninguém ama ninguém jamais há um ato de  carinho ou lealdade ao próximo.&lt;br /&gt; -O homem está só em cada sofrimento: não há uma mão solidária ou gesto               desinteressado.&lt;br /&gt;-O amor de Margarida nos quadrinhos é personificado quase sempre  como interesse financeiro, como exemplo uma conversação em um dos gibis:&lt;br /&gt;MARGARIDA: Se você me ensina a patinar esta tarde darei uma coisa que você sempre desejou.&lt;br /&gt;DONALD: Quer dizer?...&lt;br /&gt;MARGARIDA: Sim... A minha moeda de 1872.&lt;br /&gt;SOBRINHO: Uau! Completaria nossa coleção de moedas, Tio Donald!&lt;br /&gt;METÁFORAS E INTERESSES&lt;br /&gt;Superior- Tio Patinhas (EUA) –Patópolis.&lt;br /&gt;Subordinados/Subservientes-- países de Terceiro Mundo&lt;br /&gt;No mundo de Disney (Patópolis) ou a representação dos EUA, todos os povos são americanos. Enquanto são mostrados de forma depreciativa – os povos não civilizados, metáfora do Terceiro Mundo é como crianças, afáveis, despreocupados, ingênuos, felizes, tem ataques de raiva, quando são contrariados, mas é muito fácil aplacá-los com presentes de quinquilharias.&lt;br /&gt;Numa aventura , por exemplo, Donald parte para a longínqua Comgólia. Lá, os negócios do Tio Patinhas estão sendo prejudicados porque o rei proibiu seus súditos de se darem presentes de natal, pois todo o dinheiro deve lhe ser entregue. Ao chegar de avião, o pato é tomado por um deus e acaba destronando o rei. Sua primeira ação é ordenar que todos comprem presentes para suas famílias. Quando as vendas terminam e os armazéns do Tio Patinhas estão vazios, Donald devolve a coroa ao rei, agora mais sábio do que antes. O governante aprendeu que, para se manter no poder, precisa se aliar ao capitalismo internacional.&lt;br /&gt;ANALOGIAS:&lt;br /&gt;1-As lutas de classes são ridicularizadas. Numa aventura que é referência direta à guerra do Vietnã, os guerrilheiros param de lutar para curtir soneca após o almoço. Em outra situação, um grupo de hippies está fazendo uma manifestação contra a guerra. Ao vê-los Donald oferece limonada de graça, é o bastante para que a passeata se desfaça.No mundo de Disney, os idealistas vendem seus ideais por uma jarra de limonada de graça.&lt;br /&gt;2-Donald é também “vitima” desse mesmo imperialismo. O Tio faz e desfaz dele e obriga-o a viajar a regiões mais longínquas do planeta e jamais o recompensa satisfatoriamente.&lt;br /&gt;{Alguns estudiosos posteriores se perguntaram por que Donald não se rebela contra a tirania do tio. A resposta é simples : está na analogia 3:}&lt;br /&gt;3-A esperança que Donald tem de um dia herdar a fortuna de Patinhas. Da mesma forma a América latina tem a esperança de se tornar um país desenvolvido. Criou-se até a expressão ‘países em desenvolvimento’ para expressar essa vontade.&lt;br /&gt;4-Mas o Tio Patinhas nunca morre. Aliás é bastante provável que ele sobreviva ao sobrinho,  pois é  sempre Donald que se arrisca nas missões perigosas.&lt;br /&gt;O livro “Para Ler o Pato Donald” trata de temas como a falta de progenitores nos quadrinhos Disney, a relação com o universo feminino, a busca incessante das personagens pelo ouro, o dinheiro como fim último em praticamente todas as histórias, como são retratados os países para qual as personagens viajam entre outros. Muito válido para quem deseja conhecer um pouco mais do universo Disney e sobre a utilização de quadrinhos como meio de propaganda de ideologias. Claro que, por se tratar de um livro com viés político, algumas partes são exageradas. Cabe ao leitor saber o que vale a pena levar a sério. Uma dica, depois ou durante a leitura do livro, leia também quadrinhos da Disney para perceber o que realmente tem fundamento.                                                                                                                                              &lt;br /&gt;FONTES: Gian Danton (Discutindo Filosofia - Revista Especial 05)&lt;br /&gt;                  Livro: Para Ler o Pato Donald&lt;br /&gt;                  O CAPITAL, Karl Marx&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-8535961019687742745?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/8535961019687742745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=8535961019687742745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8535961019687742745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8535961019687742745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/03/o-desenho-animado-pato-donald-tio.html' title='O DESENHO ANIMADO PATO DONALD / TIO PATINHAS'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NOgKzNVqfPY/TX-drLGNRKI/AAAAAAAAAGE/dDKqclxCptQ/s72-c/para_ler_pato_donald.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-4882914620209571596</id><published>2011-02-24T04:12:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T12:47:00.900-08:00</updated><title type='text'>Noção de PESSOA ao longo do tempo...</title><content type='html'>A filosofia é a desbanalização do banal, o que tem de mais corriqueiro, aquilo&lt;br /&gt;que você vê todos os dias e não dá explicação. A ciência procura explicar aquilo &lt;br /&gt;que não conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem começou a se indagar sobre "o que é ser alguém" ainda na Grécia antiga, quando a Filosofia estava apenas começando. Deste período até hoje, a ideia que se tem sobre o tema passou por muitas mudanças. Leia, a seguir, nesta breve linha do tempo, como se construíram as visões que predominaram ao longo da história:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTIGUIDADE:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-W7xb9zkWuoM/TWaE7R2QyRI/AAAAAAAAAFc/NNoazu-f7cE/s1600/Socrates.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 126px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-W7xb9zkWuoM/TWaE7R2QyRI/AAAAAAAAAFc/NNoazu-f7cE/s320/Socrates.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577291342483081490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sócrates (469-399 a.C.) • foi o filósofo que trouxe o exame da vida humana para o centro do debate. Ele muda o foco da Filosofia do cosmos para o anthropos, indagando sobre temas como a virtude, a justiça e o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Platão (428/427 - 348/347 a.C.) e Aristóteles (384-322 a.C.) • ambos desenvolveram as questões a repeito do homem levantadas por Sócrates e tentaram encontrar definições para o ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDADE MÉDIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Seus vários períodos, marcados pelo domínio da Igreja católica, não se restringiram a considerar o homem como imagem e semelhança de Deus. Ele também foi pensado como parte de um projeto cosmo-teológico que o colocava como pivô de forças cósmicas em combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MODERNIDADE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O Iluminismo • funda as bases da moderna noção de pessoa, que passa a ser pensada como racional, livre e responsável por suas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LhAlawQF-Kc/TWaPLUzsmQI/AAAAAAAAAFk/TlE5ixBBwAA/s1600/kant.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 126px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-LhAlawQF-Kc/TWaPLUzsmQI/AAAAAAAAAFk/TlE5ixBBwAA/s320/kant.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577302613271812354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Immanuel Kant (1724-1804) •   o filósofo escreve sobre o Iluminismo, na Resposta à questão: o que é o Iluminismo, e afirma ser ele a chegada do ser humano à sua maioridade, o que significa a liberdade de decisão por si mesmo e, em contrapartida, a liberdade de suas ações. Na Crítica da Razão Prática, afirma que as pessoas devem ser consideradas como fins em si e não como meios - se todos os seres humanos são iguais, deve-se tratar a todos do mesmo jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Revolução Francesa • o lema "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" traz um conceito de pessoa, o "cidadão", permeado por essa mesma liberdade mencionada anteriormente e que inclui a necessidade de que todos sejam tratados como iguais. Seres livres e iguais que só poderiam escolher, como princípio de vida, a fraternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em muitos momentos, no entanto, alguns homens foram tratados como "inferiores", apontando a fragilidade do conceito de pessoa construído até então. Como exemplos, os vastos impérios coloniais europeus, que dizimaram milhares de indivíduos nas colônias da África e da Ásia; os fascismos europeus; o regime de segregação na África do Sul; e os diversos conflitos étnicos e políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Schopenhauer (1788-1860) • antes mesmo de Freud, indica que o ser é guiado não pela razão, mas pela vontade, descrita como uma força "cega e irracional" que o anima. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-B3LwPt-y_IY/TWaRorJK54I/AAAAAAAAAFs/m9xvA1t3Zyo/s1600/shopenhauer.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 125px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-B3LwPt-y_IY/TWaRorJK54I/AAAAAAAAAFs/m9xvA1t3Zyo/s320/shopenhauer.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577305316506920834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTEMPORANEIDADE:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fTX-V8-_pgM/TWaSblv8KOI/AAAAAAAAAF0/Owt_rz4_UFM/s1600/freud.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 126px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-fTX-V8-_pgM/TWaSblv8KOI/AAAAAAAAAF0/Owt_rz4_UFM/s320/freud.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577306191232248034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freud (1856-1939) • mudou a noção de "pessoa" ao descobrir o inconsciente, que acrescentou à dimensão racional uma ligação profunda com forças irracionais.  &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lf_3i5kfDSk/TWaSzvx2OwI/AAAAAAAAAF8/-HmXLrPwBoE/s1600/EdgarMorin.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 127px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-lf_3i5kfDSk/TWaSzvx2OwI/AAAAAAAAAF8/-HmXLrPwBoE/s320/EdgarMorin.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577306606241463042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edgar Morin (1921) • propõe que o humano seja pensado, além de em sua dimensão racional, também em termos afetivos, emocionais, sensíveis, mesmo loucos - ao lado do Homo sapiens aparece o Homo demens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes utilizadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arístóteles - Kenneth Mclesh&lt;br /&gt;Revista Filosofia -número 55 ano V&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-4882914620209571596?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/4882914620209571596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=4882914620209571596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4882914620209571596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4882914620209571596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/02/nocao-de-pessoa-ao-longo-do-tempo.html' title='Noção de PESSOA ao longo do tempo...'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-W7xb9zkWuoM/TWaE7R2QyRI/AAAAAAAAAFc/NNoazu-f7cE/s72-c/Socrates.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-612511748555436304</id><published>2011-01-25T13:59:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T14:13:35.579-08:00</updated><title type='text'>SABER FILOSÓFICO vs  CIBERESPAÇO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;SABER FILÓSOFICO  vs  CIBERESPAÇO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TT9JnVKr6fI/AAAAAAAAAFQ/TmWJDk1cMiw/s1600/web2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 231px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TT9JnVKr6fI/AAAAAAAAAFQ/TmWJDk1cMiw/s320/web2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566248604498913778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nosso cotidiano, nas conversas diárias, ouvimos e emitimos opiniões informais que refletem conhecimentos vagos a respeito de diversos assuntos. Esse tipo de conhecimento mediano constitui o conhecido “senso comum”, que é compartilhado pela maioria das pessoas. Por ser mais simples , aparenta ser mais acessível que a Filosofia. E as pessoas possuem opiniões sobre diversos assuntos.&lt;br /&gt;Ao senso comum pertence um conjunto de concepções, muitas vezes  repletas de noções  falsas, parciais ou mesmo preconceituosas sobre temas  diversos. O senso comum tem como características principais a imprecisão, a incoerência e a fragmentação, isso porque os conceitos não definem de forma clara o seu conteúdo, não possuem uma lógica ou mesmo um estudo sistemático do objeto estudado.&lt;br /&gt;A maior parte das pessoas considera a Filosofia como algo muito complexo, confuso e nada prático quando comparada com o senso. Sobre a Filosofia, o filósofo Bertrand Russel dizia que “é preciso que se tenha cautela quanto ao que se julga saber; deve-se ainda possuir penetração lógica e o hábito do pensamento exato”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SURGIMENTO DA FILOSOFIA&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Filosofia surgiu nos séculos 7-6 a. C. nas cidades gregas situadas na Ásia Menor. Ela envolve a investigação, a argumentação, a análise, a formação e reflexão de ideias sobre o mundo, o homem e a realidade. Durante séculos, ela foi ensinada e discutida de diversas formas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que a Filosofia tenha surgido no momento em que o homem procurou explicar por seus próprios meios seu mundo e sua existência. As perguntas fundamentais deixaram e ser respondidas pelos oráculos e sacerdotes que interpretavam a linguagem divina e os desejos dos deuses. A partir dessa época, as perguntas importantes passaram a ser respondidaspela razão humana.&lt;br /&gt;Etimologicamente é formada por dois termos gregos: filos que traduz a ideia de amor e sofia que significa sabedoria. Dessa forma, o seu sentido etimológico é “amor à sabedoria”. Com o passar do tempo a palavra perdeu seu sentido etimológico. Na própria Grécia, o termo passou a designar não apenas o amor ou a procura da sabedoria, mas um tipo especial de sabedoria que nasce do uso metódico da razão, da investigação racional em busca do verdadeiro conhecimento.&lt;br /&gt;Até então as explicações sobre a vida e o mundo tinham como base os mitos com narrativas fantásticas que incluíam deuses, forças da natureza e seres humanos. A mitologia formada por lendas e crenças era repleta de simbolismos que forneciam explicações sobre a realidade do universo, a conduta dos deuses e homens e as leis da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do mito, o saber filosófico sempre procurou explicar o mundo por meio de princípios racionais lógicos, tentando desvendar as relações de causas e efeitos entre as coisas. Na Grécia Antiga, ele passou a designar a totalidade do conhecimento racional desenvolvido pelo ser humano, abrangendo diversos tipos de conhecimentos como a Matemática, Astronomia, Física, ética, etc.&lt;br /&gt;Pode-se dizer que todo o conjunto dos conhecimentos racionais na Antiga Grécia fazia parte do universo do saber filosófico. Esse caráter amplo e universalista se manteve durante a Idade Média e só foi alterado na Idade Moderna com o nascimento de estudos especializados e ciências  particulares que se desprenderam do abrangente saber filosófico, tais como a Matemática, a Química, a Biologia, a Sociologia, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ÀGORA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Filosofia era, a princípio, um diálogo aberto ao público, praticado na ágora, principal praça das cidades gregas. Os cidadãos passavam a debater temas de interesse social e individual.&lt;br /&gt;Ensinava-se a filosofia não para que o cidadão pudesse repetir de maneira   mecânica o pensamento de outros, mas para que ele pudesse cultivar seu próprio pensamento livre e autônomo. Não se tratava, portanto, de se reproduzir de forma mecânica pensamentos alheios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TECNOLOGIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ágora da pós-modernidade não é mais um local físico, é o ciberespaço. Hoje, não se pode negar ou impedir a expansão do mundo tecnológico e virtual para praticamente todas as áreas de nossas vidas. Na ágora, embora muitas vezes o diálogo pudesse ser desigual, todos desejavam saber algo e relevante sobre si mesmo e sobre o mundo.&lt;br /&gt;Ensinar passou a ser o mesmo que aprender e aprender o mesmo que ensinar. Esse diálogo filosófico se desenvolveu por meio da linguagem oral (dinâmica e pública), pela escrita (imóvel e expansiva) até chegar ao atual diálogo hipertextual. &lt;br /&gt;Nesse contexto é importante recordar, por exemplo, que o grande filósofo grego Sócrates não deixou nada escrito, e transmitia seus ensinamentos de forma oral. O seu discípulo Platão passou a “escrever” seus discursos. Com a expansão do uso da escrita ocorreu a “morte” do diálogo, a arte da dialética.&lt;br /&gt;Com o hipertexto digital surgiram novos instrumentos para a Filosofia. O diálogo humano ganhou uma nova dinâmica com a dialética eletrônica onde cresce o debate da filosofia contemporânea, da mesma forma que nas antigas  praças públicas e academias da Grécia Antiga. A WEB além de ser atualmente o principal meio da comunicação planetária em que as pessoas interagem “todos com todos” de acordo com o filósofo Pierre Lévy, se tornou o palco da dialética hipertextual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-612511748555436304?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/612511748555436304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=612511748555436304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/612511748555436304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/612511748555436304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2011/01/saber-filosofico-vs-ciberespaco.html' title='SABER FILOSÓFICO vs  CIBERESPAÇO'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TT9JnVKr6fI/AAAAAAAAAFQ/TmWJDk1cMiw/s72-c/web2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-1762427290501891659</id><published>2010-12-12T05:27:00.000-08:00</published><updated>2010-12-12T07:47:05.817-08:00</updated><title type='text'>O Cientista e a eternidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TQTua-QOsFI/AAAAAAAAAE4/8OpUmZIV0Vs/s1600/k0009043.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 199px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TQTua-QOsFI/AAAAAAAAAE4/8OpUmZIV0Vs/s320/k0009043.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549822787982372946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De olho no universo: O cientista e a eternidade&lt;br /&gt;Carlos Romero Filho &lt;br /&gt;do Portal Correio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as indagações mais profundas que o homem já se fez está a seguinte: o Universo sempre existiu? Em outras palavras, houve um começo de tudo? E ao refletir sobre o assunto é natural que sejamos levados a uma segunda questão: o Universo terá um fim? &lt;br /&gt;Até o início do século XX, questões como essa eram discutidas exclusivamente no âmbito da Filosofia, ou da Religião. A Ciência parecia se mostrar completamente impotente para abordar tal tema. A teologia ocidental, por outro lado, oferecia uma resposta: o Universo teve, sim, um começo, quando foi criado por Deus. Todavia, ao defender a idéia de uma “criação” do Universo, os teólogos se deparavam com um sério problema. Porquanto, se o Universo, que compreende todas as coisas existentes, teve um início, com relação a que relógio se deu tal “início”? Não seria necessário admitir a preexistência de um “relógio cósmico”, anterior ao próprio Universo?... Para resolver contradições como essa, o arguto filósofo escolástico Santo Agostinho respondia com a afirmação de que Deus teria criado o tempo junto com o Universo, tornando desnecessária a existência prévia de um relógio.&lt;br /&gt;Não era essa a visão de Newton, cientista inglês considerado o fundador da Física Clássica. Para Newton, o tempo tinha um carácter metafísico, absoluto, independente de qualquer observador, independente mesmo de toda realidade material, não podendo, portanto, ter sido criado juntamente com o Universo. &lt;br /&gt;Por outro lado, para a filosofia, a solução teológica não parecia convincente. O problema do início do tempo, - ou do Universo, continuaria a ser intensamente debatido pelos filósofos, até o aparecimento de Immanuel Kant, cujas idéias causaram uma profunda mudança no pensamento filosófico moderno. Realmente, Kant, com sua “Crítica da Razão Pura”, pareceu encerrar de uma vez por todas a questão. Para o filósofo alemão, qualquer que seja nossa resposta à questão do início do Universo, seremos levados a uma contradição lógica, ou, uma “antinomia”, como se diz no jargão filosófico. Segundo Kant, também nunca poderemos saber se o Universo é espacialmente finito ou não. Não pretendo discutir aqui os argumentos de Kant, o que tomaria muito tempo, mas o fato é que, depois dele, ficou-se com a impressão de que, assim como a Ciência da época, a filosofia se revelaria definitivamente incapaz de abordar a mais fundamental das questões. &lt;br /&gt;Acontece que esse cenário filosófico negativo não perduraria por muito tempo. Uma teoria científica revolucionária, nascida no início do século XX, parecia destinada a abrir novos horizontes em nossa concepção do mundo. Refiro-me à teoria da relatividade geral, formulada por Albert Einstein em 1915, que de uma maneira radical veio revolucionar completamente as noções de espaço e tempo concebidas pela Física clássica, desde sua criação por Newton. Mas, como é possível que uma teoria da Física tenha algo a dizer a respeito do início do mundo? Tal questão não parece transcender à Ciência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que Einstein, após ter conseguido inesperado êxito na explicação de vários fenômenos físicos ligados ao eletromagnetismo e à gravitação dos corpos, percebeu que sua nova teoria teria também muito a dizer sobre o nosso Universo considerado em sua totalidade. Isto era inteiramente novo, pois jamais uma teoria da Física tinha sido capaz de tratar o Cosmos como um sistema físico, possuindo uma dinâmica própria e sujeito a leis matemáticas, estas passíveis de serem descobertas pela observação e experimentação. Foi, então, a partir dessa constatação que o sábio alemão ousadamente construiu o primeiro modelo matemático do Cosmos. Nascia assim o chamado “Universo de Einstein”, que para perplexidade de muitos era finito, e não infinito, como se pensava antes. &lt;br /&gt;Surge agora a indagação: com o modelo relativístico de Einstein, que se pode afirmar a respeito do início do Universo? A verdade é que, consistente com os dados observacionais e astronômicos disponíveis na época, o modelo de Einstein descrevia um universo eterno, sem começo e sem fim. Tratava-se de um universo estático, isto é, sem maiores mudanças, quando se considera uma escala cosmológica. Mas, tinha uma novidade, que era sua forma: finito e encurvado sobre si mesmo parecia uma gigantesca esfera tridimensional. &lt;br /&gt;O Universo de Einstein teve vida curta. Uma descoberta surpreendente da Astronomia logo fez os cientistas abandonarem a concepção Einsteiniana. De fato, em 1929, o astrônomo americano Hubble descobriu que em cada ponto do Universo as galáxias se distanciavam umas das outras. O significado dessa observação era evidente: o Universo estaria em expansão. Ora, tal conclusão estava em flagrante contradição com o universo estático de Einstein. Era necessário, portanto, construir um novo modelo cosmológico, um modelo em que o Cosmos apresentasse uma natureza dinâmica, evolutiva, que desse conta desse movimento de expansão. Não demorou muito e tal modelo foi formulado. Seu autor: um desconhecido matemático e físico russo chamado Alexander Friedmann. O modelo de Friedmann, que também se utiliza da teoria da relatividade geral, levava a uma conclusão inesperada e estranha: o Universo teria tido um começo! Possivelmente, há cerca de 15 bilhões de anos. &lt;br /&gt;A existência de um início do Universo, de acordo com a proposta de Friedmann, implicava que tanto o espaço como o tempo teriam tido também tido um começo. (Aliás, exatamente como queria Santo Agostinho). O instante zero da criação, quando toda matéria e energia teriam irrompido subitamente, vindo do nada, ficou sendo chamado a “grande explosão”, ou “big-bang”, para usar a expressão inglesa. Numa linguagem mais científica os cosmólogos se referem a este início explosivo como “uma singularidade cosmológica”. Nessa terminologia, podemos dizer que o modelo de Einstein, ao contrário da representação de Friedmann, predizia um universo “não-singular”. &lt;br /&gt;Durante a década de sessenta do século passado, a idéia de que vivemos num Universo singular foi reforçada por argumentos extremamente convincentes apresentados por dois matemáticos ingleses: Stephen Hawking e Roger Penrose. A existência de uma tal singularidade cosmológica, parecia ser uma condição necessária e imperativa da própria teoria da relatividade geral. Não aceitar este fato implicaria rejeitar toda a teoria de Einstein e dados observacionais incontestáveis, algo que a comunidade dos físicos consideraria impensável. &lt;br /&gt;Mas, a história da Ciência parece ilustrar magnificamente o funcionamento das leis da dialética, as quais, como bem percebeu o filósofo alemão Hegel, regem a evolução do nosso conhecimento. É sempre a partir das contradições e da superação destas que avança o conhecimento científico. Nada parece ser definitivo no conhecimento científico, não há verdades imutáveis e tudo tem um carácter provisório. Não poderia ser diferente com a teoria do “big bang”. A teoria do Universo que predizia sua criação súbita engendraria sua própria contradição. E foi assim que, no final da década de oitenta, começaram a aparecer novas alternativas para o paradigma do Universo Singular. E o mais importante: todas elas compatíveis com os dados observacionais mais recentes da Astronomia. &lt;br /&gt;As novas teorias do Universo baseavam-se no argumento de que se a teoria original de Einstein sofresse pequenas modificações, as conseqüências inexoráveis dos teoremas de Hawking e Penrose seriam evitadas. A partir deste momento novos cenários do Cosmos começaram a aparecer, agora contando outras histórias... E entre essas, peço permissão ao leitor para contar uma delas, bem particular. Uma história que relata um fato científico, do qual tive a feliz oportunidade de tomar parte. &lt;br /&gt;No final dos anos oitenta concluí meu doutorado em Cosmologia, disciplina que me fascinava pela magnitude e relevância das questões de que tratava. Particularmente atraído pelo mistério do Universo primordial, eu me sentia excitado com as propostas de novas teorias que defendiam a idéia de um universo não-singular. Nessa época, a teoria da gravitação de Einstein passava por uma espécie de revisão em vários sentidos. Era como se todas buscassem novas idéias para explicar o universo primordial, e oferecer uma resposta alternativa à questão da singularidade inicial. Uma delas me chamou a atenção pela sua elegância matemática: a chamada teoria de Einstein-Cartan, uma modificação da relatividade geral.&lt;br /&gt;Foi nessa época que conheci Mário Assad, que, assim como eu, tinha acabado de defender sua tese de doutorado em Cosmologia. Duas circunstâncias, nessa ocasião, me pareceram muito favoráveis: Mário era um especialista da teoria de Einstein-Cartan e estava regressando à UFPb para lecionar e formar um grupo de pesquisas. Era portanto, quase inevitável, que começássemos uma colaboração científica. E para minha surpresa, partiu dele a iniciativa de investigar o que eu já tinha em mente: a dinâmica do Cosmos na teoria relativística de Einstein-Cartan. Detentor de uma sólida formação em Cosmologia, Mario me falou, de uma conjectura sua. O Universo seria eterno, como no velho modelo de Einstein, porém com uma diferença: não seria estático, mas oscilante, alternando fases de expansão e contração. Segundo o pensamento dele, estaríamos agora numa fase de plena expansão, num regime em que todas as galáxias se distanciam umas das outras. Continuando, seguir-se-á uma fase em que teremos o reverso desse movimento. Nessa fase posterior, o Universo começaria a se contrair, tornando-se cada vez mais denso. Aí a temperatura do Universo atingiria níveis altíssimos, fazendo com que a matéria na forma em que a conhecemos se desestruturasse completamente. Até que...&lt;br /&gt;Não, leitor, nesta fase de contração o Universo não se tornaria singular, com tudo que existe se concentrando num único ponto. Não haveria o colapso total da matéria e nem do próprio espaço-tempo. No novo modelo cosmológico imaginado por Mário Assad, a singularidade cósmica seria evitada e o Universo voltaria a se expandir como antes, num eterno movimento de expansão e contração. Haveria naturalmente um mecanismo capaz de produzir uma força de repulsão que evitaria o colapso gravitacional. E de onde viria tal força? A resposta é que a repulsão viria de uma propriedade muito curiosa da matéria: o spin das partículas elementares. O spin, uma propriedade quântica da matéria, daria origem ao que os físicos teóricos chamam de torção do espaço-tempo. O spin: eis aí um dado que não havia sido levado em conta na teoria da relatividade geral. Confesso que experimentei grande prazer estético com tal conjectura e me lembrei de que a mesma idéia de um universo eterno e oscilante, sem início nem fim, já havia fascinado outros cosmólogos, entre eles John Archibald Wheeler, um dos mais criativos cientistas do século passado. &lt;br /&gt;Concluímos nossas investigações sobre modelos cosmológicos na teoria de Einstein-Cartan em pouco mais de um mês. Não me esqueço da enorme satisfação que tive ao verificar que os cálculos confirmavam as idéias de Mário Assad. Estávamos, sem dúvida, diante de um novo cenário cosmológico. Não era o Universo de Newton, nem de Einstein, nem o de Friedmann, nem muito menos o de Santo Agostinho. Uma pequena modificação da genial teoria da relatividade, que simplesmente levava em conta a presença do spin da matéria, eis aí o ingrediente adicional que conduzia a um resultado bem diferente. O Universo era eterno, pulsava, “respirava”... Curiosamente, representações como essa já haviam aparecido na cosmologia hindu, assim como cosmologia chinesa: uma fase yin, seguida de uma fase yang, num eterno movimento de expansão e contração...&lt;br /&gt;Apesar de termos ficado satisfeitos com o que havíamos feito, a verdade é que não tínhamos a pretensão de ter obtido nenhuma importante descoberta científica. Víamos nosso resultado com um mero modelo matemático um exercício teórico que explorava as conseqüências da teoria de Einstein-Cartan. Mesmo assim, apresentamos nossas conclusões numa conferência na Universidade do Colorado. E no ano seguinte, publicamos nosso trabalho na revista Astrophysics and Space Science, um modesto periódico europeu especializado em Astrofísica. Era o ano de 1990, e eu não sabia que essa seria minha única e última colaboração científica com Mário Assad. &lt;br /&gt;Aparentemente o modelo do Universo eterno e oscilante não teve muita repercussão no meio científico. Até hoje nunca vi uma citação bibliográfica do nosso artigo. Na verdade, eu até já o havia esquecido. Mas, eis então que me deparo com uma curiosa reportagem publicada recentemente pela revista VEJA sobre uma nova teoria de buracos negros, proposta pelo cientista polonês Nokodem Poplawski. Buracos negros são, talvez, a previsão mais estranha da relatividade geral e hoje tornaram-se muito populares na ficção científica. Segundo a teoria padrão da gravitação, no interior de cada buraco negro existe uma singularidade, um ponto onde a matéria atinge uma densidade infinita devido a inexorável colapso gravitacional. Há um fortes evidências de que essas criaturas cósmicas existam mesmo. No entanto, lendo o artigo da VEJA, constato que para Poplawski a matéria no interior de um buraco negro não se tornaria singular. Segundo este cientista, tal singularidade prevista pela relatividade geral é fictícia: forças de repulsão causadas pela torção do espaço-tempo, isto é pelo spin da matéria, superariam a força da gravidade, evitando o colapso. E mais, ainda segundo Poplawski, a teoria da gravitação de Einstein deveria ser substituída pela teoria de Einstein-Cartan! Fiquei perplexo. O mecanismo invocado por Poplawski era exatamente o mesmo do modelo do Universo eterno e oscilante, que Mário Assad tinha concebido vinte anos atrás... Fiquei pensando como é interessante o aparecimento e reaparecimento de idéias idênticas na história da Ciência...&lt;br /&gt;O fato é que se a teoria de Poplawski estiver correta, é possível que possamos encontrar uma resposta à questão do início do Universo. Mas, como ainda é cedo para saber, por enquanto o mistério persiste. Como tantos outros mistérios, que nossa “vã” Ciência ainda não consegue explicar. &lt;br /&gt;Mas, terminemos por aqui, esta conversa que não quer acabar, como se quisesse ser eterna.   A verdade, leitor, é que, mudando um pouco de assunto, recontar essa história me deu uma grande saudade dele...Dele, o cientista, o professor, o colega e amigo. O eterno Mário Assad.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-1762427290501891659?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/1762427290501891659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=1762427290501891659' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1762427290501891659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1762427290501891659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/12/o-cientista-e-eternidade.html' title='O Cientista e a eternidade'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TQTua-QOsFI/AAAAAAAAAE4/8OpUmZIV0Vs/s72-c/k0009043.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-7140995613443276041</id><published>2010-11-06T14:38:00.001-07:00</published><updated>2010-11-06T14:40:58.660-07:00</updated><title type='text'>UTOPIA  (Tomas Morus)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TNXK-0KTrLI/AAAAAAAAAEQ/Jk-5nuh2M3I/s1600/tomas%2Bmorus%2Ba%2Butopia__21C5BB_2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TNXK-0KTrLI/AAAAAAAAAEQ/Jk-5nuh2M3I/s320/tomas%2Bmorus%2Ba%2Butopia__21C5BB_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5536554497424469170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] A utopia faz parte da estrutura histórica do homem: é esta a&lt;br /&gt;mensagem da obra O Princípio Esperança do filósofo marxista alemão&lt;br /&gt;Ernst Bloch (1885-1977), cujos 3 volumes acabam de ser traduzidos para&lt;br /&gt;o português1. Bloch busca demonstrar que o espírito utópico, embora&lt;br /&gt;pareça estar divorciado da realidade presente, vislumbra que o “aqui e&lt;br /&gt;agora” é preocupante; isto é, a utopia deixa margem a uma real crítica do&lt;br /&gt;presente (PE I, 16-20). Ernst Bloch é um pensador da utopia2, como diz&lt;br /&gt;Laënnec Hurbon em seu ensaio sobre Bloch3, sendo considerado como&lt;br /&gt;um dos críticos mais corrosivo da cultura ocidental-cristã.&lt;br /&gt;Nesse sentido, por ser um pensamento essencialmente crítico, a&lt;br /&gt;obra de Bloch permite estabelecer um real diálogo com a Filosofia latino-&lt;br /&gt;americana sob a ótica ligada à problemática do homem situado; isto é, às&lt;br /&gt;questões político-econômico-tecnológicas. Assim, parece ser possível ler&lt;br /&gt;a obra de Bloch a partir de uma ética material de vida, tal como é&lt;br /&gt;desenvolvida por Enrique Dussel em sua Ética e libertação, “ética crítica&lt;br /&gt;a partir das vítimas (pois) são as vítimas, quando irrompem na história,&lt;br /&gt;que criam o novo”4. Eis aqui o campo fecundo da utopia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[...] *PRINCÍPIO ESPERANÇA E A “HERANCA INTACTA DO&lt;br /&gt;MARXISMO” EM ERNST BLOCH -Antonio Rufino Vieira&lt;br /&gt;Professor associado no Departamento de Filosofia&lt;br /&gt;da Universidade Federal da Paraiba /Participante &lt;br /&gt;dos GP/CNPq Filosofia da Praxis e Etica e Cidadania&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;.............................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)A CONCEPÇÃO DA ILHA DE 'UTOPIA' ESTÁ ENRAIZADA EM 2 IDÉIAS PRINCIPAIS:&lt;br /&gt;---&gt;1. a NÃO existência de PROPRIEDADE PRIVADA;&lt;br /&gt;---&gt;2. o alcance dos INTERESSES INDIVIDUAIS.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A PROPRIEDADE PRIVADA ENTENDE-SE PELA DESIGUALDADE MATERIAL E SE REFERE &lt;br /&gt;MUITO MAIS A PROPRIEDADE PRIVADA COMO A VEMOS HOJE,DO QUE À CONCENTRAÇÃO &lt;br /&gt;DE RIQUEZAS POR DIREITO DE POSSE,COMO NO CASO DA NOBREZA EUROPÉIA TRADICIONAL.&lt;br /&gt;NO TEXTO VIVO HÁ UMA CRÍTICA FERRENHA AO PRÉ-CAPITALISMO INGLÊS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-7140995613443276041?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/7140995613443276041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=7140995613443276041' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7140995613443276041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7140995613443276041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/11/utopia-tomas-morus.html' title='UTOPIA  (Tomas Morus)'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TNXK-0KTrLI/AAAAAAAAAEQ/Jk-5nuh2M3I/s72-c/tomas%2Bmorus%2Ba%2Butopia__21C5BB_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-824481061319439479</id><published>2010-09-04T07:29:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T08:57:44.096-07:00</updated><title type='text'>A Fábula das abelhas e o Mundo humano</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TIJaVNsUeBI/AAAAAAAAAEA/ODS-RQ7Nrks/s1600/1240495046_ninfas_y_faunos_by_abde.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TIJaVNsUeBI/AAAAAAAAAEA/ODS-RQ7Nrks/s320/1240495046_ninfas_y_faunos_by_abde.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513068214354212882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A FÁBULA DAS ABELHAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aquilo que de pior existe em cada um, contribuiu alguma &lt;br /&gt;coisa para o bem comum." (Bernard Mandeville)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Fábula &lt;/strong&gt;conta, de forma &lt;strong&gt;irônica&lt;/strong&gt;, como os vícios de cada abelha em particular eram vitais para a pujança econômica da colméia como um todo. No entanto, pregando como ideal as virtudes e condenando os vícios, as abelhas acabaram tendo seu pedido atendido, e seu deus colocou um fim nos vícios. Todos eram virtuosos agora. Mas não foi preciso muito tempo para que o desemprego começasse a surgir em larga escala, e a economia da colméia ficasse totalmente estagnada. Mandeville pretende mostrar a importância dos vícios, mas deixa claro que, apesar destes serem inseparáveis das grandes sociedades, e que é impossível a riqueza sobreviver sem eles, os membros particulares da sociedade que são culpados de algum vício devem ser reprovados ou mesmo punidos quando viram crimes. Ou seja: se aceita que os vícios são a força motora do crescimento econômico, mas nem por isso deixa-se de combater seus excessos. O alvo de Mandeville era aparentemente os moralistas que pintavam o homem como anjos. Seu texto pode até ser visto como um reductio ad absurdum desse moralismo, mostrando como seria na prática uma sociedade habitada somente por “santos” que abdicam de seus próprios interesses, de sua ganância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. Mandeville considera que tudo o que se faz por senso de conveniência, por respeito ao que é recomendável e louvável, se faz por amor ao louvor e à aprovação, ou, como ele diz, por vaidade. Observa que o homem naturalmente está muito mais interessado em sua própria felicidade do que na de outros, e que é impossível, em seu foro íntimo, preferir realmente a prosperidade destes à sua própria. Quando aparenta preferir a de outros, podemos estar certos de que nos ludibria, e de que está agindo pelos mesmos motivos egoístas e todas as outras vezes. Dentre todas as suas outras paixões egoístas, a vaidade é uma das mais fortes, e sempre fica facilmente lisonjeado e intensamente deliciado com os aplausos dos que o rodeiam”. Mas Adam Smith afirma que o desejo de fazer o que é honroso e nobre, de nos convertermos em objetos apropriados de estima e aprovação, não pode ser chamado de vaidade. O amor à verdadeira glória, segundo Adam Smith, é diferente da paixão da vaidade simples, pois é uma paixão “justa, razoável e eqüitativa, enquanto a outra é injusta, absurda e ridícula”. Ele explica: “O homem que deseja estima por algo realmente estimável nada mais deseja senão aquilo a que com justiça tem direito, e aquilo que não lhe pode ser recusado sem que se cometa alguma espécie de ofensa”. Nesse sentido, até o que finge merecer estima está reconhecendo o que é estimável. A frase de La Rochefoucauld expressa com perfeição isso: “A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adam Smith coloca o dedo no nervo da questão: “É a grande falácia do livro do Dr. Mandeville representar cada paixão como inteiramente viciosa, em qualquer grau de sentido. É assim que trata como vaidade tudo o que guarde alguma referência com o que são ou deveriam ser os sentimentos alheios; e é por meio desse sofisma que estabelece sua conclusão favorita, de que vícios privados são benefícios públicos”. No entanto, após a mordida, o filósofo escocês assopra, afirmando que “por mais destrutivo que esse sistema possa parecer, jamais poderia ter ludibriado tão grande número de pessoas, nem provocado um alarma tão generalizado entre os amigos dos melhores princípios, se não tivesse em alguns aspectos bordejado a verdade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hayek foi um dos grandes pensadores modernos que resgatou a obra de Mandeville. Um dos pontos mais importantes que merece ser destacado é o fato de que ações individuais geram resultados não intencionais. Não é preciso chegar ao ponto de defender vícios como virtudes, pois basta reconhecer que ações voltadas para a própria felicidade podem acarretar em bem-comum. Mas nada impede que esses indivíduos sejam virtuosos, seguindo um parâmetro ético de comportamento. A ética lida com aquilo que pode ser, diferente daquilo que é. Falar em ética é falar em escolha individual. Como diz Eduardo Giannetti, em seu livro Vícios Privados, Benefícios Públicos?, “as regras do jogo e a qualidade dos jogadores são os dois elementos essenciais de qualquer sistema econômico”. Giannetti acredita que é uma “ilusão supor que o auto-interesse dentro da lei é tudo o que o mercado precisa para mostrar do que ele é capaz na criação de riqueza”. Afinal, “nenhum ordenamento moral conseguiria manter-se baseado apenas na imposição, por parte da autoridade estatal, de leis coercitivas sobre um conjunto de indivíduos isolados e recalcitrantes”. O medo não basta. A punição não é suficiente. O caráter da população importa. O capital humano é fundamental. A confiança mútua facilita muito. A ética conta. Como disse Benjamin Disraeli, “quando os homens são puros, as leis são inúteis; quando os homens são corruptos, as leis são quebradas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não quer dizer, de forma alguma, que a tentativa de se “corrigir” a natureza humana, imposta de cima para baixo, seja desejável. O século XX já mostrou com os horrores do nazismo e comunismo o que a “engenharia” do caráter faz. David Hume já havia alertado que “todos os planos de governo que pressupõem uma grande reforma na conduta da humanidade são claramente fantasiosos”. Isso não nos impede, entretanto, de buscar enaltecer as virtudes humanas num ambiente de liberdade individual. Para Giannetti, seria a volta do senso comum: “virtudes privadas, benefícios públicos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----&gt; COMENTÁRIO: -------&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das condições mais necessárias para o progresso da humanidade é o egoísmo humano, já que sem este não estaríamos vivos. De fato, não existe nenhum animal na Terra que não seja egoísta, pois se algum dia já houve, este com certeza foi rapidamente extinto .&lt;br /&gt;Todos as nossas atitudes e sentimentos são moldados pelo nosso egoísmo. Ou seja, pela vontade instintiva que nós temos de se sentir bem, ter prazer e buscar a felicidade. Quando alguém deixa de humilhar uma pessoa, muitos poderiam dizer que ela não é egoísta, pois se importou com os sentimentos do outro e não pensou só nela. Mas eu digo que essa pessoa também é egoísta, já que na verdade ela realizou essa escolha pensando em PRIMEIRO PLANO nela mesma. Uma pessoa toma tal decisão ou porque ela iria instintivamente (sem nenhuma causa primária decorrente de um pensamento racional) se sentir pior tomando a decisão oposta; ou porque ela iria se sentir bem tomando atitudes que todos dizem ser nobres, talvez por ter orgulho disso ou por ser calculista como um empregado puxando o saco de seu chefe; ou porque caso seja supersticiosa ou religiosa ou tenha fé em certo princípios, tenha medo de ir para o inferno ou tenha medo que aconteça algum mal a ela; ou uma mistura das anteriores. Todas nossas atitudes, tanto os ditos nobres como os ditos ruins, tem a ver com o egoísmo. Isso é óbvio já que somos seres naturalmente egoístas, mas muita gente não admite isso e inclusive formulam várias teorias baseadas em uma inverdade.&lt;br /&gt;Valorizo e recomendo várias atitudes que eu julgo nobres (nem sempre coincidem com a opinião geral). Essas atitudes visam o bem estar diretamente da própria pessoa e o legal é que geralmente essas atitudes acabam sendo benéficas para muitos outros indivíduos. Quando você não invade a liberdade de outra pessoa, na verdade você está dando um incentivo para que as outras pessoas não invadam a sua também. O mesmo vale para o respeito de acordos ou contratos. Por isso eu as considero nobres.&lt;br /&gt;Por tanto Bernard Mandeville está certo quando diz que o egoísmo ajuda no progresso. Entretanto, o egoísmo é uma condição necessária para o progresso mas não suficiente. Para com certeza termos progresso é preciso muito mais que só egoísmo, é preciso de inteligência para julgar as melhores atitudes a serem seguidas. Algumas dessas são universais e eternas, já outras são adequadas para um certo local e hora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-824481061319439479?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/824481061319439479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=824481061319439479' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/824481061319439479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/824481061319439479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/09/fabula-das-abelhas-e-o-mundo-humano.html' title='A Fábula das abelhas e o Mundo humano'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TIJaVNsUeBI/AAAAAAAAAEA/ODS-RQ7Nrks/s72-c/1240495046_ninfas_y_faunos_by_abde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-5577094759472303371</id><published>2010-07-18T07:16:00.000-07:00</published><updated>2010-07-18T07:43:22.557-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TEMQGp0tptI/AAAAAAAAADw/Q2dtIlUK_YE/s1600/pensador.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 299px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TEMQGp0tptI/AAAAAAAAADw/Q2dtIlUK_YE/s320/pensador.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495253676814345938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Filosofia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Filosofia consiste na reflexão sobre os princípios fundamentais relacionados ao homem e ao mundo, de forma crítica e racional. No entanto, para entender toda a “investigação”, análise e reflexão propostas por ela, é necessário compreender a evolução do pensamento filosófico. Esse é o objeto da História da Filosofia, o estudo das idéias e suas relações o longo do tempo.&lt;br /&gt;Surgida entre os séculos VII e VI a.C., na Grécia Antiga, era, a princípio, uma interpretação dos mitos como forma de questionar sua aura sagrada. Segundo Platão e Aristóteles, os mitos teriam sido o objeto inicial de reflexão dos filósofos, pois as interpretações deles, comumente aceitas, formavam as bases de todo o conhecimento.&lt;br /&gt;Uma vez adquiridas e enriquecidas, essas bases eram repassadas de geração a geração, como uma forma de observação dos fenômenos naturais que interferiam nas relações humanas e que questionaram ainda os padrões éticos e morais aceitos em cada época.&lt;br /&gt;Como uma forma de organizar todos esses questionamentos surgiu a ciência, que, utilizando instrumentos e métodos para o exercício da razão e trabalhando com teorias em vez de hipóteses, criou novos padrões de pensamentos.Praticamente todo o avanço tecnológico que observamos em nossos dia a dia  só foi possível graças  à racionalização da ciência, gerada e nutrida pela filosofia, que se apresenta, nesse contexto, como a grande  “mãe de todas as ciências”.&lt;br /&gt; Compreender a História da Filosofia nos ajuda a entender a história do nosso pensamento, desde a Antiguidade Clássica até o presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: PAULO GHIRALDELLI JR. (História da Filosofia Essencial)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-5577094759472303371?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/5577094759472303371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=5577094759472303371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/5577094759472303371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/5577094759472303371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/07/filosofia-filosofia-consiste-na.html' title=''/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TEMQGp0tptI/AAAAAAAAADw/Q2dtIlUK_YE/s72-c/pensador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-7960618407094032234</id><published>2010-07-13T03:52:00.000-07:00</published><updated>2010-07-13T04:44:35.037-07:00</updated><title type='text'>Á GO RA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TDxRgFWafUI/AAAAAAAAADo/YySKYvJy500/s1600/Agora_FILME.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 236px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TDxRgFWafUI/AAAAAAAAADo/YySKYvJy500/s320/Agora_FILME.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493355257119014210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TDxQwiVraoI/AAAAAAAAADg/-2aYh3NNqVs/s1600/agora_ATENAS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 208px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TDxQwiVraoI/AAAAAAAAADg/-2aYh3NNqVs/s320/agora_ATENAS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493354440266836610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ÁGORA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁGORA era o espaço na cidade de Atenas reservada&lt;br /&gt;a pa-la-vra.A vida em Atenas se manifestava na&lt;br /&gt;Ágora,lugar da palavra,onde existia a Casa do Conselho,&lt;br /&gt;formada por  quinhentas pessoas que decidiam a pauta &lt;br /&gt;de discussões debatidas diariamente.&lt;br /&gt;Local de diversas atividades: espaços de danças religiosas&lt;br /&gt;(orkhestra); nos pórticos, palco para comer, negociar,&lt;br /&gt;ouvir fofocas e cumprir obrigações religiosas; no poikile,&lt;br /&gt;local onde a grande massa da população se encontrava; no &lt;br /&gt;principal tribunal popular da cidade (heliaia); espaço &lt;br /&gt;onde os cidadãos se encontravam para votar o ostracismo,&lt;br /&gt;o banimento da cidade; abrigava o bouleuterion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENAS para os gregos antigos,era a &lt;em&gt;PÒLIS&lt;/em&gt; tolerante e &lt;br /&gt;cosmopolita,aberta ao mundo e não apenas um simples &lt;br /&gt;pontinho no mapa do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIÓGENES de Sinope não só comia na Ágora como também se &lt;br /&gt;masturbava ali. Masturbar-se em público nunca foi algo &lt;br /&gt;aconselhável,menos ainda em lugar que merecia total respeito,&lt;br /&gt;como a Ágora, um lugar em que os cidadãos se reuniam para&lt;br /&gt;grandes deliberações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[NOTA : NÃO CONFUNDIR COM O FILME ÁGORA (Ágora é um filme recheado mas nem por isso com uma identidade definida.&lt;br /&gt;O filme está tripartido entre o relato de um triângulo amoroso, a história de uma filósofa (Hipácia) realmente à frente do seu tempo e a lição para as gerações presentes sobre o valor do conhecimento e o risco do fundamentalismo.&lt;br /&gt;Tudo isto está junto mas não se chega a interligar de forma a que o todo se eleve para lá das suas partes.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-7960618407094032234?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/7960618407094032234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=7960618407094032234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7960618407094032234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7960618407094032234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/07/go-ra.html' title='Á GO RA'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/TDxRgFWafUI/AAAAAAAAADo/YySKYvJy500/s72-c/Agora_FILME.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-327784468722517594</id><published>2010-03-20T17:43:00.000-07:00</published><updated>2010-03-20T17:55:01.284-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S6VsXHaoYII/AAAAAAAAADY/BuwUnnpylqQ/s1600-h/teoria-do-conhecimento8-jpg.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 241px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S6VsXHaoYII/AAAAAAAAADY/BuwUnnpylqQ/s320/teoria-do-conhecimento8-jpg.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450882068385390722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A BUSCA PELO CONHECIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo não é estático, onde tudo já está dado de forma objetiva, assim se explica as mudanças que vemos o tempo todo ao nosso redor. “Tudo que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo/ Tudo que a gente viu há um segundo/ Tudo muda o tempo todo no mundo/ Não adianta fugir / Nem mentir prá si mesmo agora/ Há tanta vida lá fora/ Aqui dentro sempre/ Como uma onda no mar" [Como uma onda no mar- Lulu Santos]. A canção não exclui uma dose de humor e aborda incisivamente a questão filosófica de natureza metafísica do Ser, de uma maneira lúdica Lulu Santos convida a todos a cantarolar Filosofia.&lt;br /&gt;Pensar o que era e o que é agora: O presente, por exemplo, é um sutil e tênue hiato entre o que foi e o que ainda está para ser. O debate entre pensamento racional e percepção proveniente dos sentidos abre novos caminhos na busca pelo conhecimento. E através da fala e da tradição escrita o homem desenvolveu a sociedade e assim a civilização. O conhecimento ocidental foi construído através do conhecimento subjetivo em uma busca incessante de temas metafísicos, tais como: da virtude, da moral, da ética, justiça, etc. Assim nasceu a filosofia no mundo grego, aqueles filósofos antigos buscavam respostas ou verdades sobre os temas citados, em oposição aos sofistas que eram pagos para ensinar a argumentar ou a arte da ‘dialética’.&lt;br /&gt;E assim foi que o conhecimento teve a maior evolução da história ao passar dos séculos; a metafísica foi construída, debatida, ganhou ‘roupagens’, entretanto, com o mesmo objetivo de buscar verdades ou soluções para indagações do ‘demasiado humano’. Além do conhecimento aplicado a ciências científicas, este conhecimento vem sendo usado como ferramenta democrática, quebrando a ignorância que aprisiona o ser humano em cavernas invisíveis, colocando-os à margem da sociedade, sem luz, sem sonhos e sem perspectivas de ser feliz. Não é utopia acreditar que a Filosofia possa ter esse poder eficaz e formador de transformação do individuo, no sentido de desenvolver o senso crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Branquinho, "Objeto e Método da Metafísica" &lt;br /&gt;•Conee, "O que é a Metafísica?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Loux, "Introdução à Metafísica"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Lowe, "A Natureza da Metafísica"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Loux &amp; Zimmermann, "A Metafísica Contemporânea"&lt;br /&gt;Todo este material está na revista online Crítica, na seção Metafísica e Lógica Filosófica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-327784468722517594?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/327784468722517594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=327784468722517594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/327784468722517594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/327784468722517594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/03/busca-pelo-conhecimento-o-mundo-nao-e.html' title=''/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S6VsXHaoYII/AAAAAAAAADY/BuwUnnpylqQ/s72-c/teoria-do-conhecimento8-jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-4917778875143605281</id><published>2010-03-13T07:39:00.000-08:00</published><updated>2010-03-13T07:53:53.682-08:00</updated><title type='text'>FELICIDADE...???</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9PmzHb6N0yY/S5u0tAeHeAI/AAAAAAAACLg/XwEcKO-k1qU/s1600-h/felicidade.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 215px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9PmzHb6N0yY/S5u0tAeHeAI/AAAAAAAACLg/XwEcKO-k1qU/s320/felicidade.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448146859548178434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;FELICIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicidade é uma palavra que parece agregar todo e qualquer valor que estejamos buscando. Quando nossas escolhas são questionadas, costumeiramente alguém responde: “o que importa é ser feliz”. Mas o que significa ser feliz? Se perguntarmos as pessoas que estão a nossa volta, elas provavelmente responderão: felicidade é... ”um estado de espírito”; ou “estar com a pessoa com quem se gosta”; ou “viver em um lugar paradisíaco”; ou ainda “composta por pequenos momentos, ou etc. Imagine que ser feliz é ter uma vida plena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o objetivo no qual convergem todos os objetivos da sua existência, Ter uma vida plena é o ideal da sua vida. Mas qual é a fórmula da vida plena? É a nossa vontade que aponta o caminho da felicidade? Ser feliz é fazer só o que se quer? Não poderiam ser as emoções a apontar esse caminho? Neste caso, ser feliz seria apenas fazer aquilo que nos desperta emoções positivas. Todavia, muitas vezes a razão se mostra contrária às emoções. Enquanto você pensa em fazer algo que lhe faria alegre, a sua razão lhe sugere que aquela não é a melhor atitude a tomar. Bem, então seria a razão a apontar a trilha da vida plena? Considere que a razão pode nos conduzir ao autoconhecimento e à compreensão do mundo que nos circunda. Se assumirmos esta perspectiva, então ser feliz é compreender a nossa existência; é compreender a existência. Isso parece ser interessante! Felicidade seria, então, uma espécie de bem-estar mental ou intelectual? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra resposta á pergunta sobre a fórmula da vida plena poderia ser: “ter muito dinheiro; depois eu compro o que eu quiser”. Mas a felicidade pode ser comprada? Os bens materiais podem garantir a felicidade? Felicidade é o mesmo que ter bens materiais? Todas as pessoas que consideramos têm bens materiais e são felizes por causa deles? Se a resposta é sim, então as implicações são devastadoras. Considere que dada a escassez de recursos no mundo em que vivemos hoje, grande parte da população estaria condenada à infelicidade.&lt;br /&gt;Por outro lado todas aquelas pessoas que tem muito dinheiro e que constituem uma pequena parcela da humanidade deveriam ser felizes. Mas não é isso que podemos observar. Vemos pessoas felizes ou infelizes, independente da quantidade da quantidade de bens que possuam naquele momento. Talvez a felicidade não esteja em algo que possamos possuir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra resposta que tenho escutado, sobre a fórmula da felicidade, está associada ás nossas relações. Talvez a felicidade não esteja em nós, como um bem intelectual, nem fora de nós, como um bem relacional. Entretanto, uma relação como a amizade exige reciprocidade. A relação de amizade, por exemplo, não depende apenas do nosso próprio empenho, mas, conjuntamente, do empenho da outra pessoa. O bem-estar relacional pressupõe reciprocidade e, portanto, é frágil. Todavia são muitos e variados os relacionamentos que necessitamos ter para dar manutenção a nossa vida. Todavia, ao cultivarmos as nossas relações, fortalecemos a nossa vontade, nos conhecemos melhor e podemos ter emoções incríveis. Sem falar que “quem encontra um amigo, encontra um tesouro”! Não seria a felicidade um bem relacional?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-4917778875143605281?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/4917778875143605281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=4917778875143605281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4917778875143605281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4917778875143605281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/03/felicidade.html' title='FELICIDADE...???'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9PmzHb6N0yY/S5u0tAeHeAI/AAAAAAAACLg/XwEcKO-k1qU/s72-c/felicidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-5073322353896926480</id><published>2010-03-02T11:17:00.000-08:00</published><updated>2010-03-02T11:18:51.801-08:00</updated><title type='text'>GERAÇÂO  Y</title><content type='html'>Geração Y&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geração Y é também conhecida como a geração Milleniun ou Geração da Internet. Teóricos e Sociólogos conferem o termo "Geração Y" ás pessoas nascidas entre 1977 e 1997. A grande diferença dessa geração com as anteriores é ter se desenvolvido numa época de grandes  avanços tecnológicos, isso lhes  confere uma maneira singular de pensar e agir, sendo pessoas dinâmicas, apressadas, que buscam uma posição de destaque no mercado de trabalho, além de serem ambiciosas, dando preferência a empresas que disponibilizam flexibilidade de horários, entre tantas outras características. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Revista Filosofia –nº21&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-5073322353896926480?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/5073322353896926480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=5073322353896926480' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/5073322353896926480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/5073322353896926480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/03/geracao-y.html' title='GERAÇÂO  Y'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-5729098346023105850</id><published>2010-02-25T03:24:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T03:30:09.164-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Filosofia: mãe da Administração e Marketing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em contribuição as abordagens filosóficas, segue abaixo o que considero interessante na Filosofia pela ótica positivista da Administração, pois, o nascimento desta ciência foi na Filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem nada de novo, é uma pequena revisão da filosofia com 66 autores, que serve de forte base para Administração e Marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Aristóteles&lt;/strong&gt; 400 a.C., que trata do homem virtuoso, ética aristotélica, não faça com os outros o que vc não quer que seja feito com vc, na polis tem-se o conjunto de instituições públicas (Politéia) que deveria servir as pessoas e não o contrário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Hobbes&lt;/strong&gt; sec. XVII, o homem como lobo do próprio homem, Leviatã, o Estado, homem artificial maior e mais forte que o próprio homem (no sentido de organização)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Heráclito &lt;/strong&gt;540 – 476 a.C., não se entra duas vezes no mesmo rio, o homem tem que lidar com os opostos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Sócrates&lt;/strong&gt;, ser é saber o que não se é, só sei que nada sei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Sto. Agostinho&lt;/strong&gt;: a vontade gera o pecado e o desejo gera a vontade. No Marketing o que se busca é criar o desejo. Pela humildade é que se chega a Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;São Tomás de Aquino&lt;/strong&gt;, bem aventurança, o homem na fé busca a razão. A razão está numa verdade suprema. Determinismo / Existencialismo, não consigo mudar o mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Maquiá&lt;/strong&gt;vel, o homem para quem os fins justificam os meios, vem da religião, extirpar o pecado para atingir o céu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Morus&lt;/strong&gt;, que trata o homem como ordeiro (Administração pura), cada um tem ciência do que deve fazer, cumprir seu papel, homem social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Descartes&lt;/strong&gt;, resgata a razão para os fatos que não seja sobrenatural, preserva a imagem de Deus com medo da inquisição, o homem cartesiano com racionalidade para a solução dos problemas, a razão está no método&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Pascal&lt;/strong&gt;, contrapõe Descartes pela impotência da razão, deve-se considerar as contingências do ser humano, condições externas, o que o homem pode suportar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Gracian&lt;/strong&gt;, o homem prudente (princípio da Contabilidade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Adam Smith&lt;/strong&gt;, interesse privado que se gera o bem comum, não ter a intervenção do Estado na Economia, a mão invisível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Kant&lt;/strong&gt;, viveu sempre numa cidade pequena na Alemanha, sua filosofia sustenta o Direito, crítica da razão pura, quanto mais teoria vc tiver, mais fácil vc decide sobre qualquer assunto prático, o homem em função dos princípios universais, o homem deve agir de forma que valha para todos, que valha para o universo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Hume&lt;/strong&gt;, a prática, o dia-a-dia, o executar com que se tenha mais assertividade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Schoppenhauer,&lt;/strong&gt; a forma de manipular a idéia é usar sentimentos (Marketing puro), o homem como relógio de corda, reação a estímulos, ninguém suporta mais de 15 dias sendo feliz, o céu deve ser um inferno, todos os animais tem representações empíricas, mas os homens constroem representações abstratas ou conceitos, são as representações de representações (Marketing novamente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Kierkegaard&lt;/strong&gt;, o homem representado em 3 estágios, ético, estético e religioso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Nietzsche&lt;/strong&gt;, o homem animal do rebanho, sente falta da necessidade de “pertencer” (Administração), a pressa é geral porque todos querem escapar de si mesmos, o corpo é um edifício social de muitas almas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Husserl&lt;/strong&gt;, o homem parentético que consegue colocar uma situação entre parênteses, avaliar e solucionar o problema, ou seja, abster do texto, mas, o homem não faz isso.&lt;br /&gt;“Lixo” psicológico que nós armazenamos. Todos nós queremos ser avaliados por 2 variáveis (isso encaixa perfeitamente nas organizações):&lt;br /&gt;* Subjetividade: cada um de nós é substântivo, um ser único&lt;br /&gt;* Dinamicidade: mudamos constantemente&lt;br /&gt;Mas, não conseguimos avaliar as pessoas nestas duas variáveis. Não devemos rotular, criar esteriótipos, torna-se superstição, hábito, crença e valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Erich Fromm&lt;/strong&gt;, livro Ter ou Ser, risco de coisificar tudo, inclusive as pessoas, somos educados ao “possessivo”, o meu, a minha, eu tenho (Marketing)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Jaspers&lt;/strong&gt;, o homem não toma consciência de seu ser senão nas situações limites, somente o objeto da minha escolha depende de mim, a liberdade é função de uma escolha (Marketing)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt; Heidegger&lt;/strong&gt;, o homem é um ser (livre) cuja existência precede a essência, o homem é um ser que interroga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Frederick Taylor&lt;/strong&gt;, Princípios da Administração Científica 1911, Shop Management 1914, o homem como instrumento do processo produtivo, estudo de tempos e métodos, princípios da eficiência: Previsão, Preparo, Execução, Exceção e Controle&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Hannah Arendt&lt;/strong&gt;, livro A Condição Humana, o homem tem um sentido de pertencer ao mundo, o homem é ser indivíduo da ação política, despolitização do homem (atualíssimo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt; Sartre&lt;/strong&gt;, fazer e, ao fazer, fazer-se e não ser nada sendo o que se faz. A existência humana é a contingência, ou seja a liberdade e indeterminação. A existência humana se confunde com a liberdade. O homem está condenado a ser livre. Livro Le Sursis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Albert Camus&lt;/strong&gt;, trata o homem como Revoltado, um homem que diz não tem consciência de que as coisas já duraram demais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Giles Lipovetsky&lt;/strong&gt;, o homem consumericus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teillard de Chardin, o homem moderno, o homem que sabe que sabe, reflexivo, tudo tentar até o fim, livro O Fenômeno Humano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Maslow&lt;/strong&gt;, o homem auto-realizado, a pirâmide da hierarquia das necessidades (Marketing puro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Carl Rogers&lt;/strong&gt;, o homem emergente, dilema é o homem ser feliz X eficaz X submissão. E quem disse que a empresa é um lugar para ser feliz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Alan Watts&lt;/strong&gt;, o homem não encapsulado, livro Nenhum Homem é uma Ilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Alberto Guerreiro Ramos&lt;/strong&gt;: homem parentético X reativo X operacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Demais autores da Administração: Fayol, Elton Mayo, Kurt Lewin, Woodward, Herzberg, McGregor, Max Weber, Ettioni, Karl Marx, Blaw, Scott, Bertalanffy, Peter Drucker, Schein, Frank Gilbreth, Paulo Freire, Mary Parker Follet, Ordway Tead, Pavlov, Skinner, Bennis, Rensis Likert, Maxwell Malt, Gianetti da Fonseca, Domenico Dimasi, Eillen Ishapiro, Selznick, Herbert Simon, Al Ries Elaviaries, John Kennedy Galbraith, Thompson, Charles Perrow&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-5729098346023105850?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/5729098346023105850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=5729098346023105850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/5729098346023105850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/5729098346023105850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/02/filosofia-mae-da-administracao-e.html' title=''/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-8899154893017568765</id><published>2010-02-24T10:37:00.000-08:00</published><updated>2010-02-24T11:20:14.584-08:00</updated><title type='text'>SEXO E FILOSOFIA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;SEXO E FILOSOFIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S4V5_AEAIPI/AAAAAAAAACw/-cninje-vl4/s1600-h/Amedeo-Modigliani.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 210px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S4V5_AEAIPI/AAAAAAAAACw/-cninje-vl4/s320/Amedeo-Modigliani.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441889848002617586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sexualidade é tema recorrente nos 2,6 mil anos de história&lt;br /&gt;da filosofia, ora como obstáculo para o conhecimento.Mas nenhum&lt;br /&gt;filósofo grego teve sua obra tão associada à sexualidade quanto &lt;br /&gt;Epicuro (341 a 270 a.C), considerado, equivocadamente, por alguns&lt;br /&gt;um "libertino guloso".Esse equívoco foi responsável por conceber&lt;br /&gt;a palavra "epicurismo", que assumiu a acepção hedonista de "culto&lt;br /&gt;aos prazeres da carne".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-8899154893017568765?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/8899154893017568765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=8899154893017568765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8899154893017568765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8899154893017568765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/02/sexo-e-filosofia.html' title='SEXO E FILOSOFIA'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S4V5_AEAIPI/AAAAAAAAACw/-cninje-vl4/s72-c/Amedeo-Modigliani.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-1203942872785387812</id><published>2010-02-23T18:04:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T18:33:49.601-08:00</updated><title type='text'>DIA MUNDIAL DA FILOSOFIA</title><content type='html'>O DIA MUNDIAL DA FILOSOFIA FOI INSTITUÍDO PELA ORGANIZAÇÃO&lt;br /&gt;DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO A CIÊNCIA E A CULTURA&lt;br /&gt;(UNESCO). TODOS OS ANOS, ELE É COMEMORADO NA TERCEIRA&lt;br /&gt;QUINTA-FEIRA DO MêS DE NOVEMBRO.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-1203942872785387812?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/1203942872785387812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=1203942872785387812' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1203942872785387812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1203942872785387812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/02/dia-mundial-da-filosofia.html' title='DIA MUNDIAL DA FILOSOFIA'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-2429759769394529071</id><published>2010-02-08T04:12:00.000-08:00</published><updated>2010-02-08T05:11:45.848-08:00</updated><title type='text'>DEUS EXISTE?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S3ANWxD14zI/AAAAAAAAACo/lkjUuSqiW7c/s1600-h/Deus_existencia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 223px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S3ANWxD14zI/AAAAAAAAACo/lkjUuSqiW7c/s320/Deus_existencia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435859435013923634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;DEUS EXISTE?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(DESCARTES prova que sim!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Descartes algumas idéias são inatas ou seja já nascemos com elas, outras são geradas por nossa  mente e outras são formadas por objetos que estão fora de nós. Assim, Descartes passou a investigar sobre a idéia que tinha de Deus.&lt;br /&gt;A primeira prova da existência de Deus está ligada  ao princípio de causalidade. A idéia de Deus supõe um Deus. Se está em mim a idéia Deus e eu não somos a  causa desta idéia, então deve existir algo que seja a causa desta idéia, ou seja, Deus. Ora, se há em mim a idéia de Deus e não foi criada por mim, mas foi colocada em meu pensamento a partir de algo externo a mim, então a idéia de Deus tem sua causa no próprio Deus. A causa da idéia de Deus é Deus.&lt;br /&gt;Diz Dscartes:"pelo nome de Deus entendo ma subst^ncia infinita, eterna, imutável,independente, onisciente,onipotente [...]pois ainda que a idéia de substância esteja em mim pelo próprio fato de eu ser uma substância, eu não &lt;br /&gt;teria, contudo, a idéia de uma subst^ncia ifinita, eu que sou um ser finito,se ela não tivesse sido posta em mim por alguma substância que fosse&lt;br /&gt;verdadeiramente infinita" (parágrafo 22 de Rene Descarte- Meditações).Se sou um ser infinito, e há em mim a idéia de um ser infinito, esta idéia só pode ter sido posta em meu pensamento por este ser infinito que é Deus.&lt;br /&gt;Na segunda prova da existência de Deus, Descartes utiliza uma logica semelhante à primeira, mas agora ele se refere à idéia da perfeição e seu contraponto, a imperfeião. Ora, s eu sou um ser imperfeito e há em mim a ideia de um ser perfeito,logo, esta idéia de perfeição só está em meu pensamento porque um ser  perfeito a colocou em mim. Este ser perfeito que não sou eu, é Deus.&lt;br /&gt;Se não houvesse em mim a idéia de perfeião, apenas reconheceria a imperfeição, já que sou um ser imperfeito. Diz Descartes: "a idéia que tenho de um ser mais perfeito que o meu deve necessariamente ter sido posto em mim por um ser que de fato seja mais perfeito" (parágrafo 29 do Livro Meditações de Descartes).E mais ainda remetendo-se à idéia de perfeição, Descartes refere-se à questão da existência do ser pensante: "E por isso que quero aqui seguir em frente e considerar se eu mesmo, que tenho essa idéia de Deus, poderia existir, caso não houvesse Deus. E pergunto, de quem eu teria minha existência? Talvez de mim mesma, ou de meus pais, ou então de algumas outras causas menos perfeitas &lt;br /&gt;do que Deus; pois nao se pode imaginar nada mais perfeito, nem mesmo igual a Ele"(parágrafo30).                                                                                                                                                                                                                           FONTES:Revista Ciências e Vida -Filosofia - Ano IV * -nº41. Edtora Escala.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=0_TLzIR2ptM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-2429759769394529071?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/2429759769394529071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=2429759769394529071' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/2429759769394529071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/2429759769394529071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/02/deus-existe.html' title='DEUS EXISTE?'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S3ANWxD14zI/AAAAAAAAACo/lkjUuSqiW7c/s72-c/Deus_existencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-3241060232735112443</id><published>2010-02-06T04:33:00.000-08:00</published><updated>2010-02-06T04:51:54.852-08:00</updated><title type='text'>A FUSÃO DO MITO DA RAÇA COM A POLÍTICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S21iuYIfM0I/AAAAAAAAACg/T8ft3eVH7Eo/s1600-h/1190389242_preconceito.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 305px; height: 202px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S21iuYIfM0I/AAAAAAAAACg/T8ft3eVH7Eo/s320/1190389242_preconceito.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435108874197611330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia moderna de Raça se baseia na &lt;strong&gt;ancestralidade &lt;/strong&gt;do final do século XVIII,ao multiculturalismo nos últimos 30 anos. Nesse período começa a se formar correntes, que fazem dos interesses raciais, a plataforma política.&lt;br /&gt;Temos como exemplo na India que casta é considerada sinônimo de raça. Na Malásia,há a tônica da supremacia racial dos malaios sobre os chineses &lt;br /&gt;étnicos.Segundo o sociólogo Demétrio Magnoli, doutor em Geografia humana&lt;br /&gt;pela Universidade de São Paulo(USP),no processo histórico,é interessante&lt;br /&gt;mencionar alguns expoentes, como Carolus Linaeus (1707-1778), o inventor da taxinomia biológica, que no século XVIII definia que havia raças africana,&lt;br /&gt;asiática, européia e americana. Jà Arthur de Gabineau  (1816-1882),no século &lt;br /&gt;seguinte, foi o primeiro a relacionar a raça humana à história. Ele teve uma&lt;br /&gt;passagem importante no Brasil, ao se aproximar de D.Pedro II. Exerceu certa influência para que houvesse a migração de europeus ao país. Por volta de &lt;br /&gt;850, havia a mentalidade de que a raça branca era superior.&lt;br /&gt;o MITO da raça se consolida, como conhecemos hoje, com o Darwinismo, de acordo com Magnoli, se tornando istrumento de política, e qe também á está provado que as Ciências Naturais estavam erradas.A escravidão moderna do século XVI ao século XIX, não precisava de justificativa ou moral. Era estabelecida pelas guerras e por dívidas. ninguém achava que os seres humanos eram iguais por natureza, até o século XVIII, com o Iluminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A época do Imperialismo, na busca de colonização da África  da Ásia, começa o fomento ao mito da raça,com o argumento de que deveriam ser civilizados. Enquanto os africanos se organizavam em clãs, os europeus os classificavam em tribos, e os estabeleciam como etnias."Quando quem nomeia é o Estado, é um ato de poder e isso tem significados políticos",diz Magnoli.Asim começam as políticas étnicas na África, inroduzidas principalmente por ingleses e belgas.&lt;br /&gt;O mito da raça serviu também para a consolidação de nacionalismo racial, na Alemanha  Nazista em Ruanda e nos EUA."Hoje se vive outra etapa retrógrada, que virou a ideologia dos ditadores africanos, que não querem na verdade acabar co as fronteiras da Àfrica. Como se tudo de ruim só fosse oriundo do passado colonial e não do govrno atual", analisa o sociólogo. E nos últimos 30 anos, segundo ele, houve a reinvenção desse mito, com a linguagem do multiculturalismo.&lt;br /&gt;FONTES:1)Café Filosófico -USP (25.11.2009)-2)Revista Ciências e Vida-FILOSOFIA-nº42 - 3) Demétrio Magnoli.&lt;br /&gt;IMAGEM RETIRADA DE: www.overmundo.com.br/banco/o-mito-da-raca-brasileira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-3241060232735112443?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/3241060232735112443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=3241060232735112443' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/3241060232735112443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/3241060232735112443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/02/fusao-do-mito-da-raca-com-politica.html' title='A FUSÃO DO MITO DA RAÇA COM A POLÍTICA'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S21iuYIfM0I/AAAAAAAAACg/T8ft3eVH7Eo/s72-c/1190389242_preconceito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-7106926635633024985</id><published>2010-01-06T02:24:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T03:43:38.885-08:00</updated><title type='text'>O JOVEM SOB A TUTELA CIBERNÉTICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S0R28SqgNwI/AAAAAAAAACQ/LHdsnmN7Mbo/s1600-h/internet-sick.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S0R28SqgNwI/AAAAAAAAACQ/LHdsnmN7Mbo/s320/internet-sick.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423590629435258626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O antropólogo Frances Pascal Dibie, professor da Universidade de Paris VIII,&lt;br /&gt;analisa que na era dos tecnociência, os jovens, principalmente franceses   &lt;br /&gt;(objetos de  de sua análise), se submetem a uma nova forma de autoridade &lt;br /&gt;sob o computador."Por meio da cibernética, encontraram novos tutores, fora da família,&lt;br /&gt;da escola e de outras instituições". Em sua leitura a dependência da internet &lt;br /&gt;trata-se de um trabalho para a indústria da comunicação.Ele pondera:"Parece &lt;br /&gt;gratuito, mas pagamos o tempo todo.Estamos em um sistema mercantil". Ao mesmo &lt;br /&gt;tempo, desmaterializa os saberes e as culturas, com um volume de informações nunca&lt;br /&gt;antes acumulada na história. Parece haver uma contrautopia pos-humanista, tingida &lt;br /&gt;de eugenismo.O Chat, os blogs eo YouTube passam  a ser lugares de gozo virtual,&lt;br /&gt;possibilitam a lógica da simulação, além de extremo esforço cognitivo. "As palavras dos &lt;br /&gt;jovens semanifestam em um grupo interativo preciso.Lembram símbolos lquímicos do&lt;br /&gt;hermetismo, que eram utilizados pela população analfabeta.Agora, o que importa é o&lt;br /&gt;esquemático, e não a forma gramatical que se expressa".&lt;br /&gt;Assim o individualismo latente, nesse contexto, faz o ser humano desaprender o pensar&lt;br /&gt;no social, a viver junto. A possiblidade de autonomia nesse meio de comunicação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-7106926635633024985?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/7106926635633024985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=7106926635633024985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7106926635633024985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7106926635633024985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2010/01/o-jovem-sob-tutela-cibernetica.html' title='&lt;strong&gt;O JOVEM SOB A TUTELA CIBERNÉTICA&lt;/strong&gt;'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S0R28SqgNwI/AAAAAAAAACQ/LHdsnmN7Mbo/s72-c/internet-sick.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-8798992068482583641</id><published>2009-10-28T07:47:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T08:02:10.087-07:00</updated><title type='text'>Refletindo sobre o conhecer</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Suhc4G-CWLI/AAAAAAAAACI/PwhwMTwL6bQ/s1600-h/pessoa_penumbra.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 115px; height: 115px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Suhc4G-CWLI/AAAAAAAAACI/PwhwMTwL6bQ/s320/pessoa_penumbra.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397666272416782514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Refletindo sobre o Conhecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida real incontáveis vezes, a pergunta:  O que eu conheço? Pensei em várias coisas que no meu cotidiano eu conheço, mas serão verdade realmente as coisas que eu conheço? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebo que pode ser que tudo o que eu tenha são crenças, algumas até muito razoáveis, mas nada de que eu possa dizer que é uma verdade irrefutável. Percebo, então, que me falta um parâmetro para examinar as minhas crenças e verificar quais são realmente certas e quais são falsas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a história da filosofia, vários foram os filósofos que tentaram estabelecer as condições para que algo fosse tomado como absolutamente verdadeiro, isto é, uma verdade que independesse de fatores circunstanciais e que fosse algo que não fosse verdadeiro para mim ou para um grupo de pessoas, mas para todos os seres racionais. Ou seja, tivesse condições universais de validade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos contato diariamente com pessoas ou grupos de pessoas com crenças que para alguns são estranhas, ou mesmo para nós. É preciso que se trate de uma verdade universal, isto é, válida para todos, tanto para a maioria quanto para as minorias. Portanto, o que os filósofos investigam são as condições universais de validade, aquelas condições que independem das opiniões particulares que eu ou outra pessoa possa ter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o assunto é conhecimento – não foi fácil observar e concluir que há um enorme abismo entre as experiências minhas de ‘cada-dia’ e todas aquelas coisas que penso saber acerca de mim mesma e do mundo. “No “texto do autor Hessen (pag.33 - linhas 20 e 21)” a verdade do conhecimento é a concordância desta imagem com o objeto “- essa definição nos leva a crer que conhecer é se colocar racionalmente (sujeito &lt;-&gt; objeto) em um espaço, espaço esse no qual o conhecimento seja uma impressão ou conceito cujas regras ou critérios tenham compartilhamento público e racional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na investigação sobre as condições de validade do nosso conhecimento um grupo de filósofos merece destaque: os céticos. O termo cético vem da palavra grega skepsis, que significa "exame". Atualmente, dizemos que uma pessoa cética é alguém que não acredita em nada, mas não é bem assim, seria radicalizar essa concepção ou conceito. Um filósofo cético é aquele que coloca suas crenças e as dos outros sob exame, a fim de verificar se elas são realmente dignas de crédito ou não. O criticismo também como possibilidade de conhecimento é a verdade conhecida somente pela crítica e reflexão (Kant). Em contra mão ao ceticismo existe o dogmatismo que aceita a verdade sem questionar a razão dessa certeza, dessa possibilidade do conhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias correntes filosóficas como a dos Racionalistas, para estes só é aceito o conhecimento se haver validade universal e necessidade lógica. No entanto, ele reconhece juízos parciais que são aqueles que dependem de experiências. O Empirismo afirma que o conhecimento é fonte de experiências e que o pensamento não se produz sozinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hessen, Johannes. Teoria do Conhecimento. Coimbra, Arménio Amado, 1973. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESQUEMA DAS QUESTÕES IMPORTANTES SOBRE A TEORIA DO CONHECIMENTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fenômeno do Conhecimento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dualismo – (sujeito/imagem/objeto) – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sujeito - É estudado pela Psicologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Imagem-  Estudada pela Lógica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Objeto – Estudado pela Ontologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ontologismo: escola que dá importância demasiada ao objeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em relação aos objetos temos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Objetos reais; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Objetos ideais (Relações matemáticas, etc.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicologismo, logismo e ontologismo são posições extremas quanto aos fenômenos do conhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessas três posições acima, surgem as seguintes perguntas com relação ao conhecimento: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 1- Possibilidade do conhecimento; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 2- Origem do conhecimento; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3- Essência do conhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                      SOBRE A POSSIBILIDADE DO CONHECIMENTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dogmatismo: Possibilidade do conhecimento verdadeiro.  – Aristóteles; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dogmatismo apresenta-se sob várias formas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a- Teórico : Não há problema para a relação sujeito X objeto; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b- Ético : Aceita a possibilidade de conhecimento de valores, a verdade da relação sujeito-objeto e institui normas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c- Religioso : Posição idêntica à anterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ceticismo-Impossibilidade de haver conhecimento verdadeiro. - Descartes; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativismo- ou subjetivismo –Possibilidade relativa de se atingir a verdade; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pragmatismo-       conceito de verdade ligado ao de útil, trazendo harmonização                               homem-meio – William James; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criticismo – Verdade conhecida somente pela crítica e reflexão – Kant &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                      SOBRE A ORIGEM DO CONHECIMENTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empirismo - Origem do conhecimento através da sensação - Locke; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Racionalismo – Origem do conhecimento baseado na razão – Descartes; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intelectualismo – posição entre racionalismo e empirismo – Aristóteles; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Apriorismo – Tb.entre racional. e empir. porém c/condição a priori – Kant. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                      SOBRE A ESSÊNCIA DO CONHECIMENTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realismo – Admite a existência do objeto independente do sujeito e transcendente a ele – Aristóteles; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idealismo – Toda realidade é um atributo da consciência. Descartes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fenomenismo – Admite a possibilidade que existam objetos exteriores à consciência.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kant (fenomenista) posição: idealismo transcendental (o mundo é diferente do que eu percebo, logo eu não posso ter certeza que ele existe). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            OBS.:     - Nômeno _ (é a coisa em si) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         - Fenômeno – (é a coisa em mim) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:Hessen, Johannes. Teoria do Conhecimento. Coimbra, Arménio Amado, 1973.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-8798992068482583641?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/8798992068482583641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=8798992068482583641' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8798992068482583641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8798992068482583641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/refletindo-sobre-o-conhecer.html' title='Refletindo sobre o conhecer'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Suhc4G-CWLI/AAAAAAAAACI/PwhwMTwL6bQ/s72-c/pessoa_penumbra.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-7847029631659588556</id><published>2009-10-03T17:49:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T17:53:50.129-07:00</updated><title type='text'>Filosofia em tópicos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Ssfx0F0EJwI/AAAAAAAAACA/JeRkUK_GXUc/s1600-h/Logo_do_Blog_Filosofia_Dialetica2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388541356388132610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Ssfx0F0EJwI/AAAAAAAAACA/JeRkUK_GXUc/s320/Logo_do_Blog_Filosofia_Dialetica2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Análise (filosofia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lise_(filosofia)"&gt;Análise&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Filosófica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Filos%C3%B3fica"&gt;Antropologia Filosófica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="new" title="Banksianismo (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Banksianismo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Banksianismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Bioética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bio%C3%A9tica"&gt;Bioética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Ceticismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ceticismo"&gt;Ceticismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Cinismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinismo"&gt;Cinismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Desconstrução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desconstru%C3%A7%C3%A3o"&gt;Desconstrução&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Dialética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dial%C3%A9tica"&gt;Dialética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Direitos Animais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_Animais"&gt;Direitos Animais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Direitos Humanos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_Humanos"&gt;Direitos Humanos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Dúvida" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%BAvida"&gt;Dúvida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Empirismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismo"&gt;Empirismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Epicurismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Epicurismo"&gt;Epicurismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Epistemologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologia"&gt;Epistemologia&lt;/a&gt; (ou Teoria do Conhecimento)&lt;br /&gt;&lt;a title="Escolástica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escol%C3%A1stica"&gt;Escolástica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Espiritualismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritualismo"&gt;Espiritualismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Estética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tica"&gt;Estética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Estoicismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estoicismo"&gt;Estoicismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Ética da discussão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica_da_discuss%C3%A3o"&gt;Ética da discussão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Existencialismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Existencialismo"&gt;Existencialismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Experimento mental" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Experimento_mental"&gt;Experimento mental&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Fenomenologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenomenologia"&gt;Fenomenologia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia Analítica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_Anal%C3%ADtica"&gt;Filosofia Analítica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia Contemporânea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_Contempor%C3%A2nea"&gt;Filosofia Contemporânea&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="new" title="Filosofia Cristã (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Filosofia_Crist%C3%A3&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Filosofia Cristã&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia da Arte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Arte"&gt;Filosofia da Arte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia da Biologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Biologia"&gt;Filosofia da Biologia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia da Ciência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Ci%C3%AAncia"&gt;Filosofia da Ciência&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="new" title="Filosofia da Economia (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Filosofia_da_Economia&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Filosofia da Economia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia da Física" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_F%C3%ADsica"&gt;Filosofia da Física&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia da Linguagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Linguagem"&gt;Filosofia da Linguagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia da Matemática" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Matem%C3%A1tica"&gt;Filosofia da Matemática&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia da Mente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Mente"&gt;Filosofia da Mente&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" 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href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Filosofia_Neo-Contempor%C3%A2nea&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Filosofia Neo-Contemporânea&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Filosofia Política" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_Pol%C3%ADtica"&gt;Filosofia Política&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Hermenêutica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hermen%C3%AAutica"&gt;Hermenêutica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Humanismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Humanismo"&gt;Humanismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Idealismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Idealismo"&gt;Idealismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Iluminismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismo"&gt;Iluminismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Individualismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Individualismo"&gt;Individualismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Liberalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberalismo"&gt;Liberalismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Lógica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica"&gt;Lógica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Maiêutica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mai%C3%AAutica"&gt;Maiêutica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Marxismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marxismo"&gt;Marxismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Materialismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Materialismo"&gt;Materialismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Metafísica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsica"&gt;Metafísica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Metafísica dedutiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsica_dedutiva"&gt;Metafísica dedutiva&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Modernidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modernidade"&gt;Modernidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Moral" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moral"&gt;Moral&lt;/a&gt; e &lt;a title="Ética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica"&gt;Ética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Naturalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Naturalismo"&gt;Naturalismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Neoliberalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo"&gt;Neoliberalismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Neoplatonismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoplatonismo"&gt;Neoplatonismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Neopositivismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neopositivismo"&gt;Neopositivismo&lt;/a&gt; (ou Positivismo Lógico)&lt;br /&gt;&lt;a title="Niilismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Niilismo"&gt;Niilismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Ontologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologia"&gt;Ontologia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Movimento Integral" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Integral"&gt;Pensamento Integral&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Positivismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo"&gt;Positivismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Positivismo Lógico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo_L%C3%B3gico"&gt;Positivismo Lógico&lt;/a&gt; (ou Neopositivismo)&lt;br /&gt;&lt;a title="Pós-modernidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3s-modernidade"&gt;Pós-modernidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Pragmatismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pragmatismo"&gt;Pragmatismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Racionalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Racionalismo"&gt;Racionalismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Realismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realismo"&gt;Realismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Silogismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silogismo"&gt;Silogismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Teoria do Conhecimento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_Conhecimento"&gt;Teoria do Conhecimento&lt;/a&gt; (ou Epistemologia)&lt;br /&gt;&lt;a class="image" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Blank.png"&gt;&lt;/a&gt;Divisões&lt;br /&gt;&lt;a class="image" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Blank.png"&gt;&lt;/a&gt;Correntes e Escolas&lt;br /&gt;&lt;a class="image" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Blank.png"&gt;&lt;/a&gt;Métodos&lt;br /&gt;&lt;a class="image" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Blank.png"&gt;&lt;/a&gt;Debates contemporâneos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-7847029631659588556?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/7847029631659588556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=7847029631659588556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7847029631659588556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7847029631659588556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/filosofia-em-topicos.html' title='Filosofia em tópicos'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Ssfx0F0EJwI/AAAAAAAAACA/JeRkUK_GXUc/s72-c/Logo_do_Blog_Filosofia_Dialetica2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-7755278464847264433</id><published>2009-10-03T17:22:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T17:26:13.519-07:00</updated><title type='text'>Dicionário de Filosofia</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfrQXUWQmI/AAAAAAAAAB4/bwvlXn1rMMA/s1600-h/Dicionario%2BB%25C3%25A1sico%2Bde%2BFilosofia.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388534145541882466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 247px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfrQXUWQmI/AAAAAAAAAB4/bwvlXn1rMMA/s320/Dicionario%2BB%25C3%25A1sico%2Bde%2BFilosofia.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Conheça os autores" href="http://www.defnarede.com/autores.html"&gt;Autores&lt;/a&gt; · &lt;a href="mailto:aires.almeida@netcabo.pt"&gt;Contacto&lt;/a&gt; · &lt;a title="Plátano Editora" href="http://www.platanoeditora.pt/"&gt;Plátano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/a.html"&gt;A&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/b.html"&gt;B&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/c.html"&gt;C&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/d.html"&gt;D&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/e.html"&gt;E&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/f.html"&gt;F&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/g.html"&gt;G&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/h.html"&gt;H&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/i.html"&gt;I&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/j.html"&gt;J&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/k.html"&gt;K&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/l.html"&gt;L&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/m.html"&gt;M&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/n.html"&gt;N&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/o.html"&gt;O&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/p.html"&gt;P&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/q.html"&gt;Q&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/r.html"&gt;R&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/s.html"&gt;S&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/t.html"&gt;T&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/u.html"&gt;U&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/v.html"&gt;V&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/w.html"&gt;W Z&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Navegação&lt;a href="http://www.defnarede.com/"&gt;Início&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/intro.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/usar.html"&gt;Como usar e citar&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/indice10.html"&gt;10.º ano&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/indice11.html"&gt;11.º ano&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/disciplinas.html"&gt;Disciplinas&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/termos.html"&gt;Termos estrangeiros&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/logica.html"&gt;Símbolos lógicos&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/cronos.html"&gt;Cronologia&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/erros.html"&gt;Erros comuns&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/leituras.html"&gt;Leituras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Direito de cópia&lt;br /&gt;Todos os conteúdos deste site podem ser gratuitamente usados e copiados, desde que nenhum uso comercial seja feito dos mesmos. Os autores mantêm todos os seus direitos de propriedade intelectual.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/4300" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo!&lt;br /&gt;Esta é a versão online e gratuita da segunda edição do Dicionário Escolar de Filosofia, publicada em Setembro de 2009 na &lt;a href="http://www.platanoeditora.pt/" target="_blank"&gt;Plátano Editora&lt;/a&gt; (Lisboa).&lt;br /&gt;Inclui-se neste site todos os conteúdos da versão impressa da primeira edição do DEF, assim como os novos conteúdos seguintes da segunda edição: &lt;a href="http://www.defnarede.com/a.html"&gt;ateísmo, acto de fala,&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/b.html"&gt;beleza, bem, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/c.html"&gt;carácter, contradição pragmática, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/d.html"&gt;democracia deliberativa, democracia representativa, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/e.html"&gt;epifenómeno, escolástica, eugenia, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/f.html"&gt;Foucault, Michel, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/g.html"&gt;Gödel, Kurt, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/i.html"&gt;identidade pessoal, intencionalidade, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/l.html"&gt;logicismo, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/m.html"&gt;materialismo histórico,&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.defnarede.com/n.html"&gt;nada, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/s.html"&gt;Searle, John, senciência, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.defnarede.com/u.html"&gt;universalizabilidade&lt;/a&gt;. Inclui-se ainda um artigo inédito sobre o consequencialismo.&lt;br /&gt;Esta segunda edição foi totalmente revista e muitíssimo aumentada. Por um lado, mantém as suas características de dicionário escolar, no sentido em que se mantém a preocupação com a clareza e o uso de uma linguagem acessível, além dos índices didácticos e da cobertura exaustiva dos conceitos centrais do programa de filosofia do ensino secundário. Por outro lado, justifica-se ir mais longe, abandonando-se a ideia minimalista subjacente à edição anterior, de modo a que a presente edição satisfaça um público ainda mais alargado. Por isso se duplicou o número de entradas, se aprofundaram muitas das que já existiam e quase todas foram revistas e actualizadas, corrigindo-se alguns aspectos menos felizes. Daí que a equipa de &lt;a href="http://www.defnarede.com/autores.html"&gt;autores&lt;/a&gt; tenha também crescido.&lt;br /&gt;Este é um dicionário escolar por ter sobretudo em conta os estudantes do ensino secundário português (alunos entre 15 e 16 anos). Não apenas pela linguagem acessível e directa, mas também pela selecção de conteúdos, este dicionário serve os adolescentes que estudam filosofia pela primeira vez.&lt;br /&gt;Com mais de 700 entradas, o DEF inclui inovadores índices temáticos que ajudam os estudantes a encontrar a informação de que precisam. Inclui também um apêndice de símbolos lógicos, claramente apresentados e explicados, e uma cronologia que abrange os principais acontecimentos filosóficos e culturais de 600 a.C. até ao ano 2000.&lt;br /&gt;O DEF foi elaborado sob a direcção de&lt;br /&gt;&lt;a onclick="window.location='mailto:aires.almeida@netcabo.pt?subject='" href="javascript:void(0)"&gt;Aires Almeida&lt;/a&gt;, que é também responsável pelas pequenas entradas não assinadas. Esta versão online é da responsabilidade de &lt;a href="http://dmurcho.com/"&gt;Desidério Murcho&lt;/a&gt;, que é também co-autor. Os restantes &lt;a href="http://www.defnarede.com/autores.html"&gt;co-autores&lt;/a&gt; do DEF são Álvaro Nunes, António Paulo Costa, Artur Polónio, Célia Teixeira, Faustino Vaz, Luís Rodrigues, Miguel Amen, Pedro Galvão, Pedro Santos e Vítor Guerreiro.&lt;br /&gt;Esperamos que este trabalho seja útil para estudantes, professores e público em geral. Todas as sugestões e críticas são bem-vindas:&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-7755278464847264433?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/7755278464847264433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=7755278464847264433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7755278464847264433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/7755278464847264433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/dicionario-de-filosofia.html' title='Dicionário de Filosofia'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfrQXUWQmI/AAAAAAAAAB4/bwvlXn1rMMA/s72-c/Dicionario%2BB%25C3%25A1sico%2Bde%2BFilosofia.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-8559237773862197600</id><published>2009-10-03T16:05:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T17:09:28.056-07:00</updated><title type='text'>Conceitos Filosóficos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfnTs0ZhgI/AAAAAAAAABw/g2-bkN90CeQ/s1600-h/filosofiarosto.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388529804806555138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 242px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfnTs0ZhgI/AAAAAAAAABw/g2-bkN90CeQ/s320/filosofiarosto.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O debate &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2006/09/evolucionismo-vs-criacionismo-o-estado.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"evolucionismo vs criacionismo"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; degenerou num circo, com toda a gente a atirar &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.haloscan.com/comments/blasfemia/115875754378934146/#574544"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;muitos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.haloscan.com/comments/blasfemia/115876578119010839/#574634"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;livros&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.haloscan.com/comments/blasfemia/115876578119010839/#574674"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;muito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.haloscan.com/comments/blasfemia/115888453044672676/#575459"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;pesados&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, à cabeça uns dos outros (curiosamente ninguém atirou &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Origin-Species-Charles-Darwin/dp/0517123207/sr=8-1/qid=1159019992/ref=pd_bbs_1/104-1531472-0806361?ie=UTF8&amp;amp;s=books"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o maior e mais pesado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, o que sugere que ninguém o tinha à mão...). Antes que a tenda venha abaixo, quero dedicar esta lição, e o livro de onde ela foi retirada, ao &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oinsurgente.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;AAA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, que acha mal que os cientistas &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.haloscan.com/comments/blasfemia/115875754378934146/#574515"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"[Tenham] uma definição reducionista de "ciência" (ou pior ainda "Ciência") que não só exclui a metafísica como nega o carácter científico a todo o conhecimento que não se enquadre num empirismo tacanho e frequentemente mal articulado pelos seus próprios defensores, que ignoram as noções mais básicas de filosofia"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;..........................................................................................................................................................................&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Conceitos filosóficos"&lt;br /&gt;Esta categoria contém as 82 páginas&lt;br /&gt;A&lt;br /&gt;&lt;a title="A posteriori" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_posteriori" target="_blank"&gt;A posteriori&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="A priori" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_priori" target="_blank"&gt;A priori&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Antítese" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%ADtese" target="_blank"&gt;Antítese&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Arché" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arch%C3%A9" target="_blank"&gt;Arché&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Ataraxia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataraxia" target="_blank"&gt;Ataraxia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Avareza (pecado)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Avareza_(pecado)" target="_blank"&gt;Avareza (pecado)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Axionomia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Axionomia" target="_blank"&gt;Axionomia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;B&lt;br /&gt;&lt;a title="Biopoder" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biopoder" target="_blank"&gt;Biopoder&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;C&lt;br /&gt;&lt;a title="Categoria (filosofia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria_(filosofia)" target="_blank"&gt;Categoria (filosofia)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Causalidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Causalidade" target="_blank"&gt;Causalidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Cosmo humano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cosmo_humano" target="_blank"&gt;Cosmo humano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Crença" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cren%C3%A7a" target="_blank"&gt;Crença&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;D&lt;br /&gt;&lt;a title="Dedução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dedu%C3%A7%C3%A3o" target="_blank"&gt;Dedução&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Deontologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deontologia" target="_blank"&gt;Deontologia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Desejo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desejo" target="_blank"&gt;Desejo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Determinismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Determinismo" target="_blank"&gt;Determinismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Devir" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Devir" target="_blank"&gt;Devir&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Dialética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dial%C3%A9tica" target="_blank"&gt;Dialética&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Dialética Negativa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dial%C3%A9tica_Negativa" target="_blank"&gt;Dialética Negativa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Diálogo socrático" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1logo_socr%C3%A1tico" target="_blank"&gt;Diálogo socrático&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Dualismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dualismo" target="_blank"&gt;Dualismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E&lt;br /&gt;&lt;a title="Ecletismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecletismo" target="_blank"&gt;Ecletismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Epistemologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologia" target="_blank"&gt;Epistemologia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Escola de pensamento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_pensamento" target="_blank"&gt;Escola de pensamento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Essencialismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Essencialismo" target="_blank"&gt;Essencialismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Estado Natural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Natural" target="_blank"&gt;Estado Natural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Éter (elemento)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89ter_(elemento)" target="_blank"&gt;Éter (elemento)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Eternidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eternidade" target="_blank"&gt;Eternidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E (continuação)&lt;br /&gt;&lt;a title="Eterno retorno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eterno_retorno" target="_blank"&gt;Eterno retorno&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Eudemonismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eudemonismo" target="_blank"&gt;Eudemonismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Excelência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Excel%C3%AAncia" target="_blank"&gt;Excelência&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;F&lt;br /&gt;&lt;a title="Fenómeno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fen%C3%B3meno" target="_blank"&gt;Fenómeno&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Fiabilismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fiabilismo" target="_blank"&gt;Fiabilismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Filosofia cristã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_crist%C3%A3" target="_blank"&gt;Filosofia cristã&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Fim do mundo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fim_do_mundo" target="_blank"&gt;Fim do mundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;H&lt;br /&gt;&lt;a title="Harmonia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Harmonia" target="_blank"&gt;Harmonia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Hedonismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hedonismo" target="_blank"&gt;Hedonismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Hipóstase" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3stase" target="_blank"&gt;Hipóstase&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Holismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Holismo" target="_blank"&gt;Holismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;&lt;a title="Ideal (ética)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ideal_(%C3%A9tica)" target="_blank"&gt;Ideal (ética)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Imaginação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagina%C3%A7%C3%A3o" target="_blank"&gt;Imaginação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Imanência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Iman%C3%AAncia" target="_blank"&gt;Imanência&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Imperativo categórico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperativo_categ%C3%B3rico" target="_blank"&gt;Imperativo categórico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Indução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Indu%C3%A7%C3%A3o" target="_blank"&gt;Indução&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Indústria cultural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_cultural" target="_blank"&gt;Indústria cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Intelectual orgânico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelectual_org%C3%A2nico" target="_blank"&gt;Intelectual orgânico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Interregno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interregno" target="_blank"&gt;Interregno&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Intuição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intui%C3%A7%C3%A3o" target="_blank"&gt;Intuição&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;L&lt;br /&gt;&lt;a title="Logos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Logos" target="_blank"&gt;Logos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;M&lt;br /&gt;&lt;a title="Maiêutica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mai%C3%AAutica" target="_blank"&gt;Maiêutica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Materialismo dialético" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Materialismo_dial%C3%A9tico" target="_blank"&gt;Materialismo dialético&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Mente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mente" target="_blank"&gt;Mente&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Metafísica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsica" target="_blank"&gt;Metafísica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Metafísicas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaf%C3%ADsicas" target="_blank"&gt;Metafísicas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Metageografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metageografia" target="_blank"&gt;Metageografia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Mónade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%B3nade" target="_blank"&gt;Mónade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;M (continuação)&lt;br /&gt;&lt;a title="Monismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monismo" target="_blank"&gt;Monismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Multitude" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Multitude" target="_blank"&gt;Multitude&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;N&lt;br /&gt;&lt;a title="Nação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Na%C3%A7%C3%A3o" target="_blank"&gt;Nação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Nada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nada" target="_blank"&gt;Nada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Neo-Tech" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neo-Tech" target="_blank"&gt;Neo-Tech&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Norma (filosofia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Norma_(filosofia)" target="_blank"&gt;Norma (filosofia)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Nous" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nous" target="_blank"&gt;Nous&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O&lt;br /&gt;&lt;a title="Objetivismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Objetivismo" target="_blank"&gt;Objetivismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;P&lt;br /&gt;&lt;a title="Pan-óptico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pan-%C3%B3ptico" target="_blank"&gt;Pan-óptico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Paradigma holistico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigma_holistico" target="_blank"&gt;Paradigma holistico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Pathos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pathos" target="_blank"&gt;Pathos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Perspectivismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perspectivismo" target="_blank"&gt;Perspectivismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Physis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Physis" target="_blank"&gt;Physis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Poder da Pirâmide" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poder_da_Pir%C3%A2mide" target="_blank"&gt;Poder da Pirâmide&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Práxis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A1xis" target="_blank"&gt;Práxis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;R&lt;br /&gt;&lt;a title="Realidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade" target="_blank"&gt;Realidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Reflexão (psicologica)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reflex%C3%A3o_(psicologica)" target="_blank"&gt;Reflexão (psicologica)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Responsabilidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Responsabilidade" target="_blank"&gt;Responsabilidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Rizoma (filosofia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rizoma_(filosofia)" target="_blank"&gt;Rizoma (filosofia)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;S&lt;br /&gt;&lt;a title="Sensação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sensa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank"&gt;Sensação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Silogismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silogismo" target="_blank"&gt;Silogismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Solidarismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Solidarismo" target="_blank"&gt;Solidarismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Super-Homem (filosofia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Super-Homem_(filosofia)" target="_blank"&gt;Super-Homem (filosofia)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Suspensão do juízo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Suspens%C3%A3o_do_ju%C3%ADzo" target="_blank"&gt;Suspensão do juízo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;V&lt;br /&gt;&lt;a title="Virtude" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Virtude" target="_blank"&gt;Virtude&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Vontade de poder" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vontade_de_poder" target="_blank"&gt;Vontade de poder&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Obtido em "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Conceitos_filos%C3%B3ficos" target="_blank"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Conceitos_filos%C3%B3ficos&lt;/a&gt;"&lt;br /&gt;&lt;a title="Especial:Categorias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Categorias" target="_blank"&gt;Categoria&lt;/a&gt;: &lt;a title="Categoria:Filosofia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Filosofia" target="_blank"&gt;Filosofia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-8559237773862197600?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/8559237773862197600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=8559237773862197600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8559237773862197600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/8559237773862197600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/conceitos-filosoficos.html' title='Conceitos Filosóficos'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfnTs0ZhgI/AAAAAAAAABw/g2-bkN90CeQ/s72-c/filosofiarosto.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-4438948339061252432</id><published>2009-10-03T13:53:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T14:24:27.634-07:00</updated><title type='text'>As Dez categorias do SER</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Sse_AoQMkfI/AAAAAAAAABg/eRxfU9pttKM/s1600-h/ser1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388485496698343922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Sse_AoQMkfI/AAAAAAAAABg/eRxfU9pttKM/s320/ser1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As Dez Categorias do Ser de Aristóteles&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;No estudo das três artes da linguagem (&lt;/span&gt;&lt;a class="ecxmw-redirect" title="Artes Liberais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Artes_Liberais" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Artes Liberais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;) a autora da obra The Trivium, irmã Miriam Joseph C.S.C., afirma que as dez categorias do ser de &lt;/span&gt;&lt;a title="Aristóteles" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Aristóteles&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; são categorias metafísicas que classificam palavras em relação ao nosso conhecimento do ser. Encontram correspondência nas dez categorias ou praedicamenta da &lt;/span&gt;&lt;a title="Lógica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;lógica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, que classificam os nossos conceitos, o nosso conhecimento do ser. Ei-las:&lt;br /&gt;1. &lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;em&gt;Substância&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; é o que existe em si mesmo, p.ex., homem.&lt;br /&gt;2. &lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;em&gt;Quantidade &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;é a determinação da matéria da substância, dando-lhe/ atribuindo-lhe partes distintas de outras partes, p.ex., alto.&lt;br /&gt;3. &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Qualidade&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; é a determinção da natureza ou da forma da substância, p.ex., inteligente.&lt;br /&gt;4. &lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;em&gt;Relação&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; é a referência que uma substância ou um acidente estabelece com uma outra, p.ex., amigo.&lt;br /&gt;5. &lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;Ação&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; é o exercício das faculdades ou de poder sobre a substância, de modo a produzir um efeito em alguma outra coisa ou nela mesma, p.ex., sorrir e quebrar.&lt;br /&gt;6. &lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;Paixão &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;é a recepção sofrida, por uma substância, de um efeito produzido por algum agente, p.ex., ser demitido, ser ferido.&lt;br /&gt;7. &lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;em&gt;Quando é posição&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; em relação ao curso de eventos extrínsecos, e que mede a duração de uma substância, p.ex., tarde de ontem.&lt;br /&gt;8.&lt;span style="color:#000099;"&gt; &lt;em&gt;Onde é posição&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; em relação aos corpos que circundam uma substância, que mede e determina o seu lugar, p.ex., próximo à estação.&lt;br /&gt;9. &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Postura&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; é posição relativa que as partes de uma substância têm quanto às outras, p.ex., sentado.&lt;br /&gt;10. &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Vestuário&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; consiste em roupas, ornamentos ou armas com as quais os seres humanos, por suas habilidades, complementam as suas naturezas de modo a conservar e preservar a si mesmos ou a sua comunidade (o outro ente). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-4438948339061252432?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/4438948339061252432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=4438948339061252432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4438948339061252432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/4438948339061252432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/as-dez-categorias-do-ser.html' title='As Dez categorias do SER'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/Sse_AoQMkfI/AAAAAAAAABg/eRxfU9pttKM/s72-c/ser1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-885636980341186870</id><published>2009-10-03T13:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T13:24:51.018-07:00</updated><title type='text'>Quadro de teorias de conhecimento</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;Quadro demonstrativo -----&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; para compreensão que através da história, entender a  &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;influência de várias teorias do conhecimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;,e estabelecendo parâmetros de avaliação, critérios de verdade, objetivação, metodologia e relação sujeito e objeto para os vários modos de conhecimentos diante da&lt;span style="color:#990000;"&gt; crise da razão que se instaurou no século XX&lt;/span&gt; e que há de se prolongar neste presente século, através dos desafios da construção de uma ética normativa compatível com as evoluções das descobertas e do conhecimento no campo científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Conhecimento é a relação que se estabelece entre sujeito que conhece ou deseja conhecer e o objeto a ser conhecido ou que se dá a conhecer.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Sócrates: Estabelecendo seus métodos: ironia e maiêutica.&lt;br /&gt;Platão - Doxa - A ciência é baseada na Opinião&lt;br /&gt;Aristóteles - Episteme - A ciência é baseada Observação (Experiência)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Teoria do Conhecimento na Antigüidade:&lt;br /&gt;Podemos perceber que os Filósofos gregos deixaram algumas contribuições para a construção da noção de conhecimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Na Patrística - Temos a tendência da conciliação do pensamento cristão ao pensamento platônico, sendo seu grande expoente Santo Agostinho.&lt;br /&gt;2. Na Escolásticas - Temos a anexação da Filosofia aristotélica ao pensamento cristão, com o estreitamento da relação Fé e razão, sendo seu grande expoente São Tomás de Aquino.&lt;br /&gt;3. Nominalismo - Temos o final do domínio do Pensamento Medieval, com a separação da Filosofia da teologia através do esvaziamento dos conceitos. Sendo seus expoentes Duns Scotto e Guilherme de Oclkam.&lt;br /&gt;III - Teoria do Conhecimento na Idade Moderna:&lt;br /&gt;A primeira revolução Científica trouxe várias mudanças para o pensamento, dentre as quais podemos destacar a mudança da visão teocentrista (Deus é o centro do conhecimento), para visão antropocentrista (o homem é o centro do conhecimento).&lt;br /&gt;1. O racionalismo de. René Descartes - O discurso do Método: A máxima do cartesianismo "Cogito ergo sun".&lt;br /&gt;2. O empirismo:&lt;br /&gt;a. John Lock - a experiência&lt;br /&gt;b. David Hume - a Crença&lt;br /&gt;3. O criticismo kantiano: O conhecimento a priori: Universal e necessário.&lt;br /&gt;4. A herança iluminista: A razão.&lt;br /&gt;III - Teoria do Conhecimento na Idade Contemporânea: A Crise da Razão.&lt;br /&gt;O novo iluminismo de Habermas&lt;br /&gt;A razão crítica precisa:&lt;br /&gt;a. Fazer a crítica dos limites&lt;br /&gt;b. Estabelecer princípios éticos&lt;br /&gt;c. Vincular construção a raízes sociais.&lt;br /&gt;CONCLUSÃO:&lt;br /&gt;A construção do conhecimento fundado sobre o uso crítico da razão, vinculado a princípios éticos e a raízes sociais é tarefa que precisa ser retomada a cada momento, sem jamais ter fim.&lt;br /&gt;O assunto é por demais amplo e muito bem discutido por vários filósofos. Nossa pretensão foi apensas de trazer uma reflexão através de um esboço sistemático da história do conhecimento.&lt;br /&gt;Deixamos para apreciação através de uma análise analítica e crítica os principais modos de conhecer o mundo e suas formas de abordagens para se chegar ao conhecimento verdadeiro.&lt;br /&gt;Modos de Conhecer o Mundo&lt;br /&gt;Critérios de verdade&lt;br /&gt;Objetivação&lt;br /&gt;Metodologia&lt;br /&gt;Relação sujeito-Objeto&lt;br /&gt;1. O Mito&lt;br /&gt;A Fé&lt;br /&gt;Dogmatismo - Doutrinamento e Proselitismo&lt;br /&gt;A experiência pessoal&lt;br /&gt;Relação Suprapessoal, onde a Revelação do Sagrado se manifesta (revela) sobrenaturalmente ao profano através do rito (Dramatização do mito, ou seja, da liturgia religiosa).&lt;br /&gt;2. A Filosofia&lt;br /&gt;A razão&lt;br /&gt;A razão discursiva.&lt;br /&gt;A dialética&lt;br /&gt;(O discurso)&lt;br /&gt;Relação transpessoal onde a palavra diz as coisas. O mundo se manifesta pelos fenômenos e é dizível através do logos.&lt;br /&gt;3. O Senso Comum&lt;br /&gt;A cultura ética e moral&lt;br /&gt;A Tradição cultural&lt;br /&gt;As crenças silenciosas&lt;br /&gt;(Ideologias)&lt;br /&gt;Relação interpessoal, onde a ideologia estabelecida pelas idéias dominantes e pelos poderes estabelecidos.&lt;br /&gt;4. A Arte&lt;br /&gt;A estética&lt;br /&gt;Esteticismo = A subjetividade do artista e do contemplador (observador) da arte.&lt;br /&gt;O gosto&lt;br /&gt;Relação pessoal, onde a criatividade e a percepção da realidade do autor e a interpretação e sensibilidade do observador.&lt;br /&gt;5. A Ciência&lt;br /&gt;A experimentação&lt;br /&gt;Objetividade -Comprovação de uma determinada tese de modo objetivo&lt;br /&gt;A observação&lt;br /&gt;Relação "impessoal", A isenção do cientista diante de sua pesquisa: O mito da neutralidade científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Crédito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;:© Copyright 2003 - &lt;a href="mailto:vanderleirosas@mundodosfilosofos.com.br"&gt;Prof. Vanderlei de Barros Rosas&lt;/a&gt; - Professor de Filosofia e Teologia. Bacharel e Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro; Bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil; Pós-graduado em Missiologia pelo Centro Evangélico de Missões; Pós-graduado em educação religiosa pelo Instituto Batista de Educação religiosa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-885636980341186870?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/885636980341186870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=885636980341186870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/885636980341186870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/885636980341186870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/quadro-de-teorias-de-conhecimento.html' title='Quadro de teorias de conhecimento'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-3231670553635106148</id><published>2009-10-03T12:00:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T14:57:43.481-07:00</updated><title type='text'>O CONHECIMENTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfH94xCCOI/AAAAAAAAABo/pLIPZCHnrGE/s1600-h/coracao_vivo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388495345196075234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfH94xCCOI/AAAAAAAAABo/pLIPZCHnrGE/s320/coracao_vivo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Conhecimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;é&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; uma relação que se estabelece entre o sujeito pensante e o objeto pensado.Consistindo na apropriação intelectual de um conjunto de dados empíricos ou ideais, com a finalidade de dominá-los e utilizá-los para entendimento e elucidação da realidade, onde o sujeito apreende um objeto e torna-o presente aos sentidos ou à inteligência.MAS DE ONDE VEM O CONHECIMENTO?Para responder a essa questão, existem duas teorias:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;1- &lt;em&gt;O Racionalismo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;--&gt; propõe que a origem do conhecimento se encontra na RAZÃO , tido como único e exclusivo instrumento capaz de conhecer verdades universais. (filósofo René Descartes (1596-1650), autor da frase "Penso, logo existo")&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2-O Empirismo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; -----&gt; fundamenta o conhecimento na experiência, supervalorizando os sentidos, que desencadeiam e determinam o ato de conhecer; para os empiristas a mente humana é uma folha de papel em branco preenchida exclusivamente com os dados providos da experiência sensível (visão, audição, tato, olfato, paladar). Entre os empiristas estão: Francis Bacon (1561-1926) autor do Método Indutivo Experimental; e John Lock (1632-1704).Dentro da possibilidade do conhecimento encontramos duas correntes de diferentes concepções:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Ceticismo &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;....&gt; é a doutrina segundo a qual o espírito humano nada pode conhecer com certeza; o conhecimento verdadeiro, certo e definitivo sobre algo pode ser constantemente buscado, no entanto, jamais será atingido. O Ceticismo nega a possibilidade do conhecimento e o acesso a qualquer tipo de certeza. Um dos principais representantes dessa postura é Geórgias (483-375 a.c) filósofo grego que dizia: “Nada existe, se alguma coisa existe é incognoscível, e caso pudesse ser conhecida, seria incomunicável aos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;”&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Dogmatismo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;....&gt;(do Grego Dogmatikós – “que se funda em princípios” –) é a doutrina segundo a qual o homem pode atingir a certeza, tem a possibilidade de conhecer a verdade. Mas dentro dela possui duas variantes básicas: o dogmatismo ingênuo (consiste em acreditar plenamente nas possibilidades do nosso conhecimento, onde vemos o mundo tal qual ele é); e o dogmatismo crítico (acredita na nossa capacidade de conhecer a verdade mediante um esforço conjugado dos sentidos e da inteligência, através de um trabalho metódico, racional e científico). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-3231670553635106148?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/3231670553635106148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=3231670553635106148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/3231670553635106148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/3231670553635106148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/o-do-grego-dogmatikos-que-se-funda-em.html' title='O CONHECIMENTO'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SsfH94xCCOI/AAAAAAAAABo/pLIPZCHnrGE/s72-c/coracao_vivo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-212498318675038620.post-1920477727540614101</id><published>2009-10-03T11:51:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T14:47:45.931-07:00</updated><title type='text'>O Conhecimento</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SseeziT44UI/AAAAAAAAAAM/Fr39HBGgYtM/s1600-h/mundo_TERRA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388450087392829762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 221px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SseeziT44UI/AAAAAAAAAAM/Fr39HBGgYtM/s320/mundo_TERRA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Conhecimento é uma relação que se estabelece entre o sujeito pensante e o objeto pensado.Consistindo na apropriação intelectual de um conjunto de dados empíricos ou ideais, com a finalidade de dominá-los e utilizá-los para entendimento e elucidação da realidade, onde o sujeito apreende um objeto e torna-o presente aos sentidos ou à inteligência.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;MAS DE ONDE VEM O CONHECIMENTO?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Para responder a essa questão, existem duas teorias:&lt;br /&gt;1- &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Racionalismo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;--&gt; propõe que a origem do conhecimento se encontra &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;na Razão, tido como único e exclusivo instrumento capaz de conhecer verdades universais.&lt;br /&gt;(filósofo René Descartes (1596-1650), autor da frase "Penso, logo existo")&lt;br /&gt;2&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-O Empirismo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; -----&gt; fundamenta o conhecimento na experiência, supervalorizando os sentidos, que desencadeiam e determinam o ato de conhecer; para os empiristas a mente humana é uma folha de papel em branco preenchida exclusivamente com os dados providos da experiência sensível (visão, audição, tato, olfato, paladar). Entre os empiristas estão: Francis Bacon (1561-1926) autor do Método Indutivo Experimental; e John Lock (1632-1704).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da possibilidade do conhecimento encontramos duas &lt;em&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;strong&gt;correntes de diferentes concepções&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;*Ceticismo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; ....&gt; é a doutrina segundo a qual o espírito humano nada pode conhecer com certeza; o conhecimento verdadeiro, certo e definitivo sobre algo pode ser constantemente buscado, no entanto, jamais será atingido. O Ceticismo nega a possibilidade do conhecimento e o acesso a qualquer tipo de certeza. Um dos principais representantes dessa postura é Geórgias (483-375 a.c) filósofo grego que dizia: “Nada existe, se alguma coisa existe é incognoscível, e caso pudesse ser conhecida, seria incomunicável aos outros.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;*Dogmatismo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;....&gt;(do Grego Dogmatikós – “que se funda em princípios” –) é a doutrina segundo a qual o homem pode atingir a certeza, tem a possibilidade de conhecer a verdade. Mas dentro dela possui duas variantes básicas: o dogmatismo ingênuo (consiste em acreditar plenamente nas possibilidades do nosso conhecimento, onde vemos o mundo tal qual ele é); e o dogmatismo crítico (acredita na nossa capacidade de conhecer a verdade mediante um esforço conjugado dos sentidos e da inteligência, através de um trabalho metódico, racional e científico).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/212498318675038620-1920477727540614101?l=pesquisandofilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/feeds/1920477727540614101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=212498318675038620&amp;postID=1920477727540614101' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1920477727540614101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/212498318675038620/posts/default/1920477727540614101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pesquisandofilosofia.blogspot.com/2009/10/o-conhecimento.html' title='O Conhecimento'/><author><name>FátimaPessoa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09358482881425633229</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/S59YgHnO2rI/AAAAAAAAAC4/LDSi7rc8ZIo/S220/foto3_4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__i7JOvgxGNw/SseeziT44UI/AAAAAAAAAAM/Fr39HBGgYtM/s72-c/mundo_TERRA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
